Publicidade

Cuiabá, Quarta-feira 23/10/2019

Política de MT - A | + A

‘Vamos pegar o Berinho’ 09.09.2019 | 11h43

Empresário se diz perseguido por Taques durante obras da Copa

Facebook Print google plus

João Vieira

João Vieira

Dono da construtora Engeglobal, Robério Garcia afirmou nesta segunda-feira (9) que o atraso das obras da Copa do Mundo de 2014 se deve por perseguição política. Pai do suplente de senador Fabio Garcia (DEM), o empresário considera que o ex-governador Pedro Taques (PSDB) dificultou o andamento das obras, sob responsabilidade de sua empresa, como uma forma de atingir seu filho.

 

Durante vistoria da obra do Centro Oficial de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) pela manhã, Robério explica que os projetos já eram cercados de indefinições e problemas, apenas com estudos preliminares.

 

Leia também - Governador vistoria obras da Copa do Mundo inacabadas; COT da UFMT está na lista

 

“No caso de Mato Grosso, tinham outros problemas também que afetaram todas as obras da Copa, não só as minhas. Quando tinha orçamento, não tinha projeto. Quando tinha projeto e orçamento, não tinha dinheiro. Então foi uma confusão total com todas as obras, por isso esse insucesso”, diz, citando como exemplo o Veículo Leve sob Trilhos (VLT).

 

Apesar da dificuldade, ele relata que buscou entregar o COT UFMT nas mínimas condições para que seleções – Coréia do Norte e Japão - pudessem treinar para os jogos. Entretanto, passado o evento, o governador Silval Barbosa assinou um decreto para paralisar as obras, sendo que Pedro Taques, na gestão seguinte, também reeditou o decreto.

 

“Ficaram paralisadas sem acesso de ninguém, inclusive do consórcio vencedor. Houve uma deterioração destes empreendimentos. Durante o governo Pedro Taques, esta obra tinha problema de pista importada, a universidade comprou o material da pista, nós continuamos a obra, com recursos nossos”, disse.

 

Ele entende que as obras não tiveram andamento por uma perseguição política do então governador Pedro Taques. Além de ser pai de Fabio, ele tinha conexões políticas, e Mauro Mendes faz parte do mesmo grupo político que seu filho. “Houve um problema politico (...) e houve uma confusão no governo passado. ‘Vamo pegar o Bérinho’”.

 

“É evidente (a perseguição). Eu fiquei quatro anos sem receber nenhum tostão e todo dia era multa, e notinha no jornal ‘pai do Fábio não termina as obras da copa’”, afirma. “Mudou o governo, eu continuo o mesmo, minha empresa continua a mesma, o que mudou foi o governo. O governo agora é sério, o Mauro governa com responsabilidade e seriedade, e o secretário Marcelo não mente, ao contrário do outro secretário”, criticou.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Jornal do Meio Dia - JM

Jornal do Meio Dia - JM

GD

GD

Enquete

Quais são os principais problemas do bairro onde você mora?

Parcial

Edição digital

Quarta-feira, 23/10/2019

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 21,20 0,71%

Algodão R$ 92,33 -0,51%

Boi a Vista R$ 126,00 0,00%

Soja Disponível R$ 65,90 0,15%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2019 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.