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oposição 24.09.2020 | 11h51

'Enfrento o comitê da maldade desde o início do mandato', alega Emanuel

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Noelisa Andreola

noelisa@gazetadigital.com.br

Assessoria

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), disse que enfrenta o "comitê da maldade" desde o primeiro dia de seu mandato e que "infelizmente existem que nada fazem e querem atrapalhar o caminho daqueles que voam alto". A declaração foi realizada durante coletiva de imprensa na quarta-feira (23).


"Maldade, mentiras, fake news, desrespeito, baixaria, invencionices feitas por desocupados com o único efeito de nos atrapalhar, mas o que mais me indigna é que jogam contra Cuiabá, porque ser contra mim eu não me importo, mas ser contra Cuiabá isso é imperdoável", disse em tom de indignação.


Ele afirmou que irá expor os opositores que o ofendem e criam inverdades sobre sua gestão. "Não me preocupo com o comitê da maldade, que eu enfrento de corpo e alma. Eu vou descerrar a cortina, botar luz, botar foco em quem são esses inimigos do povo".

 

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Ao longo de seu entrevista, Pinheiro ainda afirmou que é um "homem de bem" e que só quer ajudar o cidadão cuiabano. "Não sou frio, não sou calculista, não sou maldoso, não sou arrogante. Sou um homem do bem e só quero ajudar. Muito político aí que usa o nome de Deus tem pacto com o diabo".


Emanuel ainda explicou sobre a denúncia encaminhada à Assembleia Legislativa (AL) sob a alegação que o governo de Mato Grosso estaria usando da máquina pública para lhe atingir.


"Com muita tristeza tem 9 meses que o prefeito fez uma denúncia, por uma suposta utilização do aparelho estatal para me atingir politicamente, possivelmente patrocinada pelo governo do Estado, com anexos, com fontes confiáveis, com uma situação palpável que levou ao afastamento de dois delegados, o Lindomar Tófoli e Anderson Veiga", lembrou Emanuel.


Conforme o prefeito, se comprovado o fato, é uma quebra de seu direito numa democracia. " Umas das maiores violências do estado democrático de direito é utilizar o aparelho estatal, que é usado para proteger, para te denegrir, atingir, destruir. Isso é inadmissível numa democracia. Se fazem isso com o prefeito da Capital, imagina com o cidadão comum", explanou.

 

Pinheiro contou que sabe o que estão fazendo por trás dos panos. "Continua o burburinho que estão armando para mim. Eu sei que vão armar, mas eu não posso ficar de braços cruzados. Solicitei intervenção do MDB e medidas sérias serão tomadas sobre o uso da maquina pública por meio da Deccor e da Defaz para tentar me atingir".

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