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na CPI 13.05.2020 | 14h16

Ex-assessor nega ter instalado câmeras no gabinete de Silval

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Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

O ex-assessor de Silval Barbosa (sem partido), Valdecir Cardoso de Almeida, apontado como a pessoa que instalou as câmeras de segurança na sala do chefe de gabinete Silvio César Corrêa, negou ter realizado essa atividade durante o depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Cuiabá, realizada nesta quarta-feira (13). Ele também contradisse a declaração registrada em cartório e alegou que não tem como garantir que o dinheiro pago a Emanuel Pinheiro (MDB) não era de propina.

 

Valdecir era assessor especial de Silvio, ou seja, o braço direito do chefe de gabinete de Silval Barbosa. Em seus depoimentos, Corrêa afirmou que a parte da instalação da câmera – que flagrou o pagamento a deputados estaduais – foi realizada por Valdecir.

 

“Não ajudei a instalar câmera nenhuma. Simplesmente fui usado para centralizar as câmeras. Sentei na cadeira que o Silvio mandou e ele mexeu na câmera”, declarou Valdecir à CPI.

 

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Outro ponto questionado pelos vereadores foi a declaração registrada por Valdecir em cartório, na qual ele afirmou que o dinheiro pago a Emanuel Pinheiro era para quitar uma dívida de pesquisa eleitoral de Silval. Diferente do documento, Almeida disse que “entendeu” que o dinheiro era para a pesquisa, mas que não pode dizer, com certeza, de que não era propina.

 

A CPI investiga o pagamento de propina na Assembleia Legislativa porque o atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, também foi filmado recebendo dinheiro. Apesar de na época ser deputado, a Câmara alega que a conduta do político influencia a sua gestão na prefeitura, e, por isso, merece apuração.

 

Valdecir ainda enfatizou que acredita “que Emanuel não tem envolvimento” com o esquema de pagamento de propina para aprovação de contas de Silval Barbosa, mas que não tem como garantir a motivação da entrega de dinheiro.

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