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Política de MT - A | + A

Ouvido na CPI 29.11.2019 | 08h55

Ex-presidente do Ipemat diz que governo Maggi destinava recursos da Previdência

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Mayke Toscano/Secom

Mayke Toscano/Secom

O ex-presidente do Instituto de Previdência do Estado de Mato Grosso (Ipemat), Yuri Bastos Jorge, foi ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência na tarde de quinta-feira (28). Em seu depoimento ele alegou que a responsabilidade financeira da previdência estadual era de responsabilidade do Executivo, governado em 2003 por Blairo Maggi (PP).

 

Jorge assumiu a presidência do Ipemat em 2003, mesmo ano que o Instituto foi extinto e criado o Fundo Previdenciário de Mato Grosso (Funprev), pelo então governador Blairo Maggi. Segundo Bastos Jorge, a mudança foi uma “decisão política e técnica”, para atender a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Leia também - Lei orçamentária será votada só em janeiro, diz presidente da AL

 

“Não se podia mais utilizar recurso de previdência para custear saúde do servidor. Então, tomou-se a decisão de separar as coisas, traga a previdência para a Secretaria de Administração e vamos criar outra estrutura para atender a saúde do servidor público”, explicou o ex-presidente.

 

Por causa dessa relação com a Secretaria de Administração (atual Secretaria de Gestão), Bastos Jorge afirmou que as decisões sobre recursos eram do Executivo, inclusive a verba de R$ 322 milhões que o Ipemat tinha direito de receber.

“O ordenador de despesas é sempre responsável por tudo que acontece no órgão, vem para você assinar e eu assinei”, disse o ex-presidente ao justificar não ter conhecimento sobre a destinação desse recurso.

 

Em uma investigação realizada em 2003, foi constatado que o recurso do Ipemat foi utilizado para pagamentos de serviços de saúde que nunca foram efetuados.

 

Presidente da CPI, o deputado estadual Jião Batista (PROS) esclareceu que o depoimento do ex-presidente mostrou que pessoas de fora do Ipemat fizeram a gestão da Previdência, e, por isso, também devem ser ouvidas.

 

A CPI da Previdência investiga o deficit no MT Prev, a Previdência dos servidores de Mato Grosso. Segundo o governo, o MT Prev fechará o ano com o rombo de R$ 1,3 bilhão. Para amenizar essa crise, o governo estuda uma reforma da Previdência, que deve ser apresentada à Assembleia Legislativa até a primeira quinzena de dezembro. (Com informações da assessoria)

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Comentários

Udeson de Souza Lima - 30/11/2019

Dizem que a previdência do estado de Mato Grosso é deficitária. A CPI da previdência está fazendo o estudo. Se realmente o MT PREV é deficitária, deixo a dica para os Deputados e principalmente para o governador procurarem a prefeitura de Várzea Grande para uma consultoria e modelo de gestão previdenciária. Já que o governador e o gestor do MT PREV não encontram solução e ficam falando só que há deficit. Peguem uma aulinha lá em VG.

kono - 29/11/2019

E agora sobra para os servidores!

2 comentários

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