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Decreto abre comércio 26.03.2020 | 14h48

Governador diz pensar diferente, mas segue pedido do presidente Bolsonaro

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Christiano Antonucci/Secom-MT

Christiano Antonucci/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (DEM) negou que tenha o mesmo entendimento do presidente Jair Bolsonaro diante da crise da pandemia do Ccovid-19 no Brasil.  Mesmo defendendo e adotando medidas como o isolamento vertical, quando apenas as pessoas que integram a faixa de risco, como idosos, pessoas com doenças pré existentes ou com suspeita de infecção, fiquem em casa, Mendes diz que a sua postura é de equilíbrio.

 

"As minhas ideias não são iguais ao do presidente Jair Bolsonaro. As minhas ideias foram do equilíbrio, da sensatez, do meio termo. Aqui em Mato Grosso nós determinamos sim dentro do Estado essa restrição ao convivio social. Porém, nós não determinamos a paralisia das atividades econômicas. Todas podem ser exercidas pelo nossos decretos desde que respeitem as regram sanitárias e que possam minizar a transmissão do vírus", disse o governador durante coletiva de imprensa virtual nesta quinta-feira (26).

 

Leia também - Governador libera comércio de rua, shoppings e ônibus

 

Mais cedo, durante entrevista a rádio Vila Real, o governador disse ser adepto ao pedido de Bolsonaro, que defendeu na última terça-feira (24), o fim do isolamento horizontal, e que as pessoas fora da faixa de risco, retornassem às suas atividades, como o retorno das aúlas e do comércio.

 

"(Sim),exatamente, (a crise do coronavírus) vai durar 4 meses, o ministro disse, o mundo inteiro está mostrando isso. Como é que as pessoas aguentam isso? Como é que as pessoas vão comer", respondeu Mendes ao ser questionado sobre o assunto.

 

Sobre a possibilidade de bolsa auxílio para profissionais liberais, Mendes disse que o governo já está estudando medidas, por meio das Secretaria sde Assistência Social e Fazenda, para ampliar as políticas de assistência social no Estado durante este período.

 

"Nós estávamos aguardando o governo federal anunciar no que poderia ajudar os Estado. E na próxima semana nós iremos oficiar aquilo que podemos fazer, além daquilo que já fazemos, como adiar o pagamento do IPVA de março e abril", explicou ao anunciar que na próxima semana decretos econômicos e sociais serão publicados.

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