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Operação no Rio 27.05.2020 | 08h59

Governo de MT pagou 3 vezes menos por respiradores que os comprado pelo RJ

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Tchélo Figueiredo - SECOM/MT

Tchélo Figueiredo - SECOM/MT

Após manifestação na imprensa que Mato Grosso investigava a compra de respiradores pelo Estado, o governo de Mato Grosso divulgou nota esclarecendo o assunto. O Estado diz que pagou até três vezes menos por cada aparelho respirador e diz que a investigação que acontece no Estado e que foi noticiada é sobre a compra de equipamentos falsos em Rondonópolis (212 km ao Sul). 

 

Mato Grosso pagou R$ 68,4 mil, enquanto o Rio de Janeiro pagou de R$ 169 mil até 198 mil. O governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) comprou os equipamentos diretamente da China, já o Estado do Rio de Janeiro comprou os equipamentos no mercado brasileiro e pagou mais caro por cada equipamento.  

 

A Polícia Federal desencadeou a Operação Placebo na terça-feira (26) no Rio de Janeiro para apurar a contratação de Organizações Sociais para gerir os hospitais de campanha montados Rio de Janeiro, de forma emergencial, sem licitação. O contrato global girava em torno de R$ 1 bilhão e a gestão adiantou o pagamento de R$ 196,5 milhões para a compra de respiradores. 

 

A Operação Placebo apura o suposto envolvimento do governador Wilson Witzel (PSC-RJ), já que foram encontrados e-mails ligando o escritório de advocacia da esposa dele com a empresa. Em sua defesa, o governador nega e afirma que está sendo vítima de perseguição política do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que usa de forma política a Polícia Federal, destacando que a operação foi vazada a deputados bolsonaristas. 

 

O governo do Estado diz que adquiriu 120 ventiladores mecânicos e que eles custaram o R$ 7,3 milhões. Segundo o governo, a operação teve aval da Controladoria Geral do Estado (CGE), responsável por dar transparência aos processos de compra e por apontar possíveis falhas do governo.

 

O Estado também diz que comprou 20 ventiladores para transporte de emergência, ao custo unitário de R$ 25,5 mil, o que totalizou uma compra de R$ 510,6 mil, o governo alega que a compra também foi feita com valor abaixo do que a média praticada em outros estados. 

 

Investigações 

Segundo a CNN Brasil, a investigação se dá pelo preço ou qualidade dos produtos. Em Minas Gerais foram comprados por 48 mil cada um, em MT por R$ 68,4 mil. Há investigações sobre compra de respiradores em Amazonas, Ceará, Mato Grosso (pela Prefeitura de Rondonópolis), Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

 

A variação nos preços é de até quatro vezes, indo de R$ 48 mil a R$ 215 mil (preço pago por Roraíma).

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