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MT Prev 13.11.2019 | 19h22

Governo quer queimar etapas na Previdência, critica sindicalista

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Thalyta Amaral e Pablo Rodrigo

redacao@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

A proposta de adesão do Estado à reforma da Previdência do governo federal causou novos atritos entre os servidores e o governo de Mauro Mendes. O projeto foi apresentado ao Conselho do MT Prev na quarta-feira (13) e já trouxe questionamento por parte dos sindicalistas. Para o Fórum Sindical, não há necessidade de “queimar etapas” e votar a adesão antes da PEC Paralela da Previdência.

 

“Está bem claro que o governo quer queimar uma etapa. Ainda não foi aprovada a PEC com a inclusão dos municípios e estados. O governo quer queimar etapas e não fazer que a gente ganhe tempo”, criticou o membro do Fórum Sindical e presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sisma), Oscarlino Alves.

 

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Para o sindicalista, a adesão à essa primeira reforma aprovada trará prejuízos para os quais o Estado não tem condições de arcar. “Se isso fosse aprovado hoje, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça estourariam o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e estaria toda a folha de pagamento no caos”.

 

Alves critica ainda a postura do governo de Mauro Mendes (DEM) em “colocar a culpa da crise no servidor”, em vez de apresentar formas de se resolver a crise. “Foram feitas algumas propostas incomensuráveis, como diminuir investimentos, para colocar a sociedade contra os servidores públicos. Mas ninguém apresentou uma solução”.

 

Para o Fórum Sindical, deve entrar na discussão da Previdência a necessidade de novos recursos para a arrecadação. “A própria reforma previdenciária do governo federal traz isso, que não vai resolver o problema, são paliativos. Precisamos de recursos novos. Aumentar a alíquota para 14% não vai resolver o problema. Vai ter incremento de pouco mais de R$ 100 milhões por ano”.

 

Entre os fatores que precisam ser analisadas, segundo o sindicalista, estão as renúncias fiscais, isto é, os impostos que o governo deixa de arrecadar para incentivar a instalação de empresas e indústrias. “Os incentivos fiscais que passam de bilhões, ninguém quer mexer nisso. Mas colocam a questão previdenciária como vilã”.

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