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'MT LIXÃO DE RESÍDUOS' 26.05.2020 | 11h09

Lúdio critica flexibilização de importação de resíduos tóxicos

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Paralelo ao discurso do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) usou suas redes sociais nesta tarde de segunda-feira (25) para criticar o projeto de lei de Dilmar Dal Bosco (DEM), que busca relaxar a importação de resíduos sólidos perigosos em Mato Grosso.


Em um vídeo publicado no seu perfil do Instagram, o deputado comparou o discurso do ministro, na reunião ministerial, em que citou “abrir a porteira pra boiada passar”, com o projeto em conformidade da Lei 12.305, artigo 49, que proíbe a importação de resíduos sólidos e rejeitos tóxicos.


Na ocasião, o ministro disse “deixar a boiada passar” em referência a uma eventual flexibilização de normas ambientais para avanço do agronegócio, enquanto a imprensa está a noticiar a pandemia do coronavírus.

 

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“Sintonizada com o discurso do ministro do Meio ambiente, do dia 22 de abril, essa proposta está querendo abrir a porteira pra boiada passar. Não estou falando da comissão de meio ambiente não, deputado Carlos Avalone, estou falando do conteúdo desse projeto. ele está absolutamente sintonizado com o que está acontecendo vergonhosamente no plano nacional”, argumentou.


Cabral ainda cita os materiais que poderiam ser liberados caso o projeto passe, como resto de tinta, material hospitalar, produtos químicos, produtos radioativos, lâmpadas fluorescentes, pilhas, baterias e outros produtos danosos ao meio ambiente.


“Isso que o projeto de lei do deputado Dilmar Dal Bosco está propondo, a liberação, para que Mato Grosso passe a importar esse tipo de resíduo. A nossa legislação hoje, de Mato Grosso, sintonizada com a legislação federal, proíbe a importação desse tipo de resíduo sólido”, defende. A lei estadual é a Lei nº 7.862 de 19 de dezembro de 2002.


Ele ainda defende ser contrário ao projeto e pede para que os correligionários votem contra. Caso seja alterado, Mato Grosso se tornaria um “lixão tóxico”, segundo define o deputado. “Não dá para aceitar, depois 3 de anos, o projeto volta para pauta, contrariando a legislação federal”.

 

Veja o vídeo

 

 
 
 
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