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Maggi admite até desfiliação para evitar pressão para disputa Senado

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Valter Campanato/Agência Brasil

Valter Campanato/Agência Brasil

Sendo ainda a principal liderança do PP em Mato Grosso, o ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse estar resistindo a pressão que vem recebendo da direção nacional da sigla, que exige a sua candidatura ao Senado.

 

"Eu entendo a vontade de muitas pessoas, o meu presidente nacional, Ciro Nogueira (PP-PI), já me ligou e várias pessoas me ligaram. Eu sei que vai ter bastante pressão, mas eu estou aqui resistindo e vou continuar", disse Maggi ao reafirmando que não será candidato. 

 

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Segundo Maggi, mesmo mantendo o discurso de não candidatura, as lideranças partidárias do Estado tentam colocá-lo dentro do debate de uma eventual candidatura. Diante da pressão, o ex-ministro disse que uma das hipóteses seria se desligar do Partido Progressista neste período de eleição suplementar. 

 

"É uma hipótese porque se continuar, dessa forma, talvez a única maneira de acabar com essas especulações é desfiliar do partido e quando terminar a eleição, para voltar a atuar no partido", explicou. 

 

O nome de Blairo Maggi vem sendo lembrado pela imprensa nacional, desde a abril, quando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Mato Grosso cassou por 7 votos a 0 o mandato de Selma Arruda (Pode) por abuso de poder econômico e caixa 2. 

A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última terça-feira (10) por 6 a 1.

 

Apesar de ainda haver recurso, Selma deverá deixar o cargo assim que o Senado receber a notificação da decisão, que ocorrerá quando o acórdão do julgamento for publicado. Blairo Maggi ingressou na política na década de 90, quando foi eleito suplente do senador Jonas Pinheiro (falecido em 2008). 

 

Em 2002 disputou o governo do Estado pelo PPS e foi eleito ainda no 1º turno. Foi reeleito em 2006 e no ano seguinte se filou ao PR. Deixou o cargo de governador em março de 2010 para disputar o Senado, sendo eleito com mais de um milhão de votos. 

 

Blairo Maggi se filiou ao PP em 2016 para assumir o Ministério da Agricultura, já no governo interino de Michel Temer (MDB), onde permaneceu até 31 de dezembro do ano passado.

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