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Política de MT - A | + A

Debate no Congresso 14.06.2019 | 17h53

Mauro critica retirada de estados da reforma da Previdência

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Thalyta Amaral e Pablo Rodrigo

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

A retirada dos estados e municípios do relatório da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados foi alvo de críticas do governador Mauro Mendes (DEM) na manhã de sexta-feira (14). Segundo o chefe do Executivo estadual, a retirada dessa questão é adiar a solução de um problema que só se agrava.

 

Mendes foi dos 25 governadores que assinaram uma carta pedindo a manutenção dos servidores de estados, Distrito Federal e municípios na proposta. No entanto, o relator da proposta de emenda à Constituição (PEC), deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP) apresentou o relatório na quinta-feira (13), retirando essa questão da reforma.

 

Leia também - Cerca 15 mil servidores de MT se aposentam em até 5 anos

 

“Eu lamento muito, porque a Previdência hoje é um dos graves problemas desse país. Precisamos botar um ponto final nessa reforma, mas é uma reforma que unifique o Brasil e não permitindo depois que tenhamos 358 tipos de reforma de Previdência. Cada estado fazendo de um jeito, cada município, uns fazendo e outros não fazendo”, criticou o governador.

 

O deficit previdenciário é um dos problemas apontados por Mauro desde que assumiu o governo, há pouco mais de 5 meses. Ele enfatizou que em 2018 já faltou dinheiro para pagar as aposentadorias e que as perspectivas continuam ruins. “Faltou dinheiro para pagar os nossos aposentados, nós tivemos que pegar dinheiro que era para estar investindo em estrada, saúde, para comprar remédio, cuidar das escolas e usamos esse dinheiro do cidadão para pagar aposentadorias”, alega Mendes.

 

Enquanto a reforma da Previdência não vai para votação em plenário, ainda existe a possibilidade de alterações, conforme admitiu o próprio relator do projeto. Após sofrer pressão por parte dos governadores e dentro do próprio Congresso, Samuel Moreira admitiu que tentará incluir novamente os estados e municípios na proposta.

 

Apesar dessa perspectiva, Mendes afirma que essas decisões precisam ter mais celeridade, porque o problema é grave. “Um dos problemas do Brasil é que somos muito lentos para tomar decisão. Poder público, Congresso... E nessa lentidão o Brasil vai afundando na incapacidade de fazer aquilo que é óbvio”.

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