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empresa pública 24.07.2019 | 17h23

Metade dos servidores da MTI adere à demissão voluntária

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Marcos Vergueiro

Marcos Vergueiro

O Plano de Demissão Voluntária (PDV) da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) conta com a adesão de 249 servidores. Este número representa praticamente a metade dos 502 funcionários da empresa.

 

Deste montante, 123 já se desligaram da estatal desde dezembro passado. Segundo dados da empresa, o governo pretende estima economia de  R$ 223 milhões, até 2025, com o PDV, cuja adesão terminou no dia 9 passado.  A medida faz parte reforma administrativa proposta pelo governo Mauro Mendes (DEM). 

 

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O plano de demissão, segundo o direitor-presidente Kleber Geraldino, é uma das alternativas adotadas pela MTI para assegurar a viabilidade econômica e financeira da empresa.

 

Segundo ele, o desligamento dos empregados representa à MTI uma economia de recursos, se comparado ao custo da permanência dos mesmos.

 

Caso os 250 empregados se mantivessem no quadro de servidores da MTI, o custo projetado seria de R$ 431 milhões até 2025, uma vez que a empresa continuaria pagando encargos sociais e trabalhistas, como férias e 13º salário, por exemplo.

 

A economia gerada com o desligamento representa 51,81% de redução da folha salarial, no comparativo com a permanência dos empregados nesses sete anos.

 

“Com a adesão desses empregados e o efetivo desligamento de todos eles, nós teremos até 2025 uma economia progressiva, enquanto o nosso custo vai se reduzindo. É uma alternativa para otimizar os recursos e assegurar a continuidade dos trabalhos da MTI”, disse Geraldino.

 

O prazo máximo para o desligamento dos empregados é o mês de setembro, nos casos em que não é necessário o repasse de conhecimento, ou seja, quando o servidor que aderiu ao plano precisa transmitir o conhecimento técnico para outro que permanece na empresa.

 

Estavam aptos à adesão os trabalhadores com idade igual ou superior a 45 anos até a data de desligamento e com, no mínimo, 20 anos de trabalho até a data da demissão voluntária. Também poderiam aderir aqueles que possuíssem benefícios de aposentadoria concedidos pelo INSS até a data de desligamento da MTI.

 

Em ambos os casos, o interessado não poderia estar com seu contrato de trabalho suspenso ou interrompido, não estar em licença previdenciária, não ser detentor de estabilidade provisória, entre outros requisitos. 

 

“São servidores que muito contribuíram nesses 46 anos da empresa e merecem todo nosso respeito e gratidão. A MTI é uma empresa forte e essencial para o desenvolvimento do Estado e agora se reestruturará para uma mudança radical em sua forma de atuação”, disse Geraldino. (Com informações da assessoria)

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