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crise da covid-19 30.07.2020 | 18h46

MT registrou aumento nas vendas mesmo com quarentena em Cuiabá e VG

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João Vieira

João Vieira

A semana do dia 20 a 24 de julho, última com restrições no funcionamento de comércios e serviços, registrou alta de 3,7% nas vendas do mercado formal se comparado com o volume comercializado diariamente em Mato Grosso antes da pandemia do novo coronavírus e da crise econômica provocada por ela. Os dados são da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) que semanalmente faz o acompanhamento da evolução da crise em Mato Grosso. 

 

Antes da crise, Mato Grosso tinha um faturamento tributável semanal de R$ 7,66 bilhões. Porém, viu o volume comercializado semanalmente se agravar a partir da 12ª semana do ano com as medidas de restrições impostas pelo governo e pelas prefeituras, naquela semana o faturamento tributável ficou em R$ 6,03 bilhões. O pico do problema foi na semana 15, em abril. O Estado comercializou R$ 4,92 bilhões naquela semana. Apresentou recuperação em junho, mas as medidas impostas derrubaram as vendas novamente no final do mês. 

 

Leia também - Governo já pagou R$ 2,2 bilhões em 2020 aos aposentados e pensionistas

 

Na última semana o volume de faturamento tributável ficou em R$ 7,95 bilhões, ou seja, mesmo com os serviços não essenciais fechados  em Cuiabá e Várzea Grande o volume comercializado foi maior que no período pré-crise. 

 

As vendas aumentaram na Região Metropolitana de Cuiabá, que estava em quarentena coletiva obrigatória. Foram comercializados R$ 1,67 bilhão no maior centro urbano.

 

A agropecuária continua sendo o principal motor da economia mato-grossense. Porém, sofre os efeitos da crise, antes da pandemia chegou a comercializar R$ 3,53 bilhões em uma semana. Na última semana comercializou R$ 2,43 bilhões. A Região Norte é o principal responsável pelo volume de comercialização. 

 

A indústria de Mato Grosso vem se recuperando e desde maio comercializa um volume maior por semana, se comparado com o período pré-crise. A média de comercialização do setor antes da crise era de R$ 1,33 bilhão por semana e na última semana o volume foi de R$ 1,56 bilhão. Com destaca para a indústria frigorífica que cresceu 26,8% e agroindústrias 13,6%.

 

Comércios e serviços que antes da crise um faturamento tributável semanal de R$ 3,52 bilhões, registrou R$ 3,96 bilhões. Com destaque para o setor de atacado que vendeu 26,3% a mais; veículos e autopeças com aumento de 23,8% e varejo 10,5% a maior. Outro destaque são para as lojas de materias de construção, antes da crise elas comercializavam R$ 121,6 milhões por semana e venderam 151,5 milhões na penúltima semana de julho.

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