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inexperiência política 01.03.2020 | 18h06

Nilson lembra aliança e desavença com Selma no pleito de 2018

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Prestes a entrar novamente na disputa ao Senado, o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), vê como superada a briga com a senadora cassada Selma Arruda (Podemos) em 2018. O pré-candidato disse que até aceita Selma em seu palanque. 

 

A juíza aposentada participou da coligação "Segue em Frente Mato Grosso", mas rompeu com o grupo no primeiro mês da união. Selma seguiu sozinha no pleito alegando disputa interna com Nilson por tempo de TV. Selma foi a mais votada e Nilson ficou em 5° lugar no pleito. 

 

O pré-candidato do PSDB revela que chamou a então candidata para um jantar no período eleitoral de 2018, mas que a mesma não compareceu e ali romperam os laços. Nilson conta que nunca mais a procurou. 

 

"Ela decidiu naquele período se afastar da coligação alegando que eu não queria dar o tempo de TV pra ela, mas esse não era o ponto. Acho que é um assunto de página virada, eu não tenho problema de mágoa, não é da minha natureza", revelou o tucano que será pré-candidato a entar na vaga que será deixada por Selma. 

 

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Ele lembrou que um dia fez uma coletiva com Pedro Taques (PSDB) e Selma Arruda (então no PSL) para divulgar a aliança, mas que depois ela fez uma live não defendendo a aliança e dizendo que as pessoas estavam liberadas para votar em candidatos de outras chapas. Internamente as falas nas lives de Selma repercutiram mal e a aliança chegou ao fim. 

 

Nilson disse que não teve mais contato com ela e que foi cuidar da sua vida. Mudou para Brasília, passou ser funcionário da Confederação Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e, segundo ele, conseguiu a liberação de R$ 10 milhões em emendas que estavam pendentes. 

 

Selma foi cassada por 'caixa 2' e abuso de poder econômico pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a cassação foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro de 2019. Entretanto, a senadora segue no cargo enquanto o processo para cumprimento do mandado tramita na Comissão de Ética do Senado. 

 

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