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polêmica 19.06.2020 | 14h54

Prefeito acusa enterro de Adriano Silva de espalhar covid em Cáceres

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Reprodução/Facebook

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O prefeito de Cáceres (225 km a oeste da Capital), Francis Maris (PSDB) voltou a causar polêmica, após afirmar que o enterro ex-presidente Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapemat), Adriano Silva, ajudou a espalhar o coronavírus no município, que ultrapassou os 100 casos da doença. A crítica foi rebatida pela viúva, do professor, Anelise Dolores, que pediu respeito à dor da família.

 

“Aumentou muito o número de contaminados, de 40 casos para mais de 100. Ao falecido não cabe nenhuma culpa. A culpa é da população que sabe que não pode aglomerar e ficar em lugar contaminado. A Polícia Militar tem nos ajudado e a Vigilância Sanitária tem feito o trabalho, mas as pessoas insistem em não seguir as recomendações”, afirmou o prefeito.

 

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A atitude do prefeito sofreu várias críticas nas redes sociais, não só da família de Adriano, como de moradores do município. O professor faleceu em decorrência da covid-19 em Cuiabá em 6 de junho, após uma transferência de emergência. O enterro foi realizado em Cáceres após uma autorização judicial.

 

Em uma rede social, a viúva de Adriano afirmou que a postura de Francis era “irresponsável” e que ele deveria se preocupar com a movimentação nos bares e outros pontos de aglomeração da cidade, onde não há respeito do distanciamento social.

Anelise afirma que não houve velório e sim um “cortejo onde todos ficaram em seus respectivos veículos” e que durante o enterro as pessoas “respeitaram as normas de segurança, como uso de máscara e distanciamento recomendado pelo Ministério da Saúde”.

 

“Quero ainda fazer um questionamento: por que na praça Barão do Rio Branco, na orla do rio Paraguai e nos bares da cidade, vemos tantas pessoas aglomeradas, sem se importar com o uso da máscara ou com o respeito ao distanciamento social? O que está sendo feito aqui em Cáceres contra a disseminação deste vírus maldito que acabou tirando de nós quem mais amamos neste mundo?”, questiona Anelise.

 

Sobre esses questionamentos, o prefeito alega que tem decretado restrições como o toque de recolher, porém, a população não tem colaborado no combate à pandemia. “A culpa é da população. Não adianta o governo proibir se a população não respeita e continua se aglomerando, saindo sem máscara, não usa álcool em gel”.

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