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conselho de ética 03.10.2018 | 07h19

PSL avalia processo de expulsão de Selma por caixa 2

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Reprodução/Facebook

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Presidente do PSL em Mato Grosso, o deputado federal Victório Galli afirmou que, caso as denúncias de caixa 2 contra a candidata ao Senado Selma Arruda sejam confirmadas pela Justiça Eleitoral, o conselho de ética do partido vai avaliar a adoção de medidas punitivas à juíza aposentada, entre elas, uma possível expulsão da legenda.  

 

Leia também - Selma acusa Alan Malouf de ajudar em 'armação' contra ela por vingança

 

“Essa é uma situação muito delicada. Se ela comprovar que não fez nada, tudo bem. Mas, caso seja provado que houve algo ilícito em sua campanha, aí o conselho de ética deve avaliar o que pode ser feito”, disse o parlamentar, ressaltando que somente o colegiado poderá definir qual medida será a mais adequada para a situação.    

 

Selma é alvo de investigações na Polícia Federal e no Ministério Público Eleitoral, além de uma ação proposta junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), todas abertas com base em documentos que comprovariam caixa 2 de, pelo menos, R$ 700 mil. O caso passou a ser investigado depois que o publicitário Júnior Brasa ingressou com uma ação de cobrança de R$ 1,1 milhão por conta do rompimento de contrato por parte de Selma com a Agência Gênius. Brasa apresentou cheques em nome da juíza que comprovariam que ela bancou, com dinheiro do próprio bolso e fora do período eleitoral, serviços voltados à campanha, o que seria vedado pela legislação.   

 

A juíza aposentada, no entanto, afirma ser vítima “de uma quadrilha que praticou extorsão” contra ela. Conforme a candidata ao Senado, a “armação” envolveria Júnior Brasa, seu antigo marqueteiro, os candidatos ao Senado Nilson Leitão (PSDB) e Sebastião Carlos (Rede) e até o empresário Alan Malouf, condenado por corrupção em uma ação penal julgada por ela.   

 

Segundo Selma, Brasa a estaria extorquindo enquanto Nilson Leitão teria articulado a denúncia de caixa 2. Sebastião Carlos, por sua vez, seria uma espécie de “laranja” do tucano. E toda a trama teria sido acompanhada por Alan Malouf, além do advogado do PSDB, José Antônio Rosa.   

 

Todos os acusados pela candidata do PSL negam qualquer envolvimento com o caso. Sebastião Carlos foi quem protocolou o caso junto ao TRE-MT, mas sustenta que o fez por iniciativa própria.   

 

A denúncia dele, aliás, já foi recebida pelo juiz eleitoral Jackson Coutinho que, no entanto, indeferiu os pedidos de busca e apreensão e de quebra de sigilo bancário de Selma para coletar possíveis provas das acusações contra ela.

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