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Deu em A Gazeta 30.06.2020 | 08h46

Relatório da defesa de conselheiros afastados questiona rombo de R$ 137 mi

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Lázaro Thor Borges

lazaro@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

Um relatório elaborado pela defesa dos conselheiros e ex-presidentes do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, José Carlos Novelli e Waldir Teis, aponta supostas irregularidades na auditoria realizada por técnicos da corte de contas mato-grossense que aponta a existência de superfaturamentos na ordem de R$ 137 milhões em contratos de tecnologia da informação firmados entre 2012 e 2015.

 

O relatório atacado pela defesa de Novelli e Teis faz parte de uma Representação de Natureza Interna, cuja relatoria é da conselheira substituta Jaqueline Jacobsen. O relatório também deu início à 16ª fase da Operação Ararath, deflagrada pela Polícia Federal. O relatório técnico foi anexado na ação, movida por Novelli, que suspendeu a tramitação do processo conduzido por Jacobsen no TCE.

 

De acordo com o autor do laudo técnico-jurídico, Luis Eduardo Coimbra de Manuel, a investigação feita pelos técnicos do TCE não levou em consideração uma série de peculiaridades dos contratos de TI, que possuem uma série de diferenciações em relação a outras aquisições por licitação ou por compra direta pelo poder público. Uma destas peculiaridades que não foi levada em consideração, segundo a auditoria, levou os auditores a avaliarem de forma incorreta os contratos. É o caso da obsolescência de produtos ou serviços na área de TI, os quais possuem modificações conforme o tempo.

 

“Neste campo específico, a atualidade/obsolescência da tecnologia, bem como seus parâmetros de preço podem modificar-se de maneira dramática em um espaço curto de tempo”, diz relatório. “No caso concreto, se está a auditar contratos que podem ter sido formados há quase uma década e é impossível analisar estes contratos com as lentes da realidade de 2019/2020”.

 

Segundo o autor do documento, produtos e serviços de TI são submetidos a chamada ‘Lei de Moore’, segundo a qual a capacidade de processamento e armazenamento dobra, em média, a cada 18 meses, ‘mantendo-se o custo praticamente inalterado’.

 

Confira reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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Comentários

ROSINO BOMFIM - 30/06/2020

DEIXARAM RIVA,BLAIRO,SILVAL.....FAZEREM O QUE QUISERAM COM O DINHEIRO PUBLICO !! TRIBUNAL DE FAZ DE CONTAS. CUSTA TÃO CARO, MAS NÃO TEM VALOR ALGUM PRA SOCIEDADE HONESTA.

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