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PARADO DESDE 2014 09.10.2020 | 09h23

Saúde está em primeiro lugar, rebate Mauro sobre conclusão do VLT

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Noelisa Andreola

noelisa@gazetadigital.com.br

Christiano Antonucci / Secom - MT

Christiano Antonucci / Secom - MT

O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que a população quer hospitais e que conclusão do Veículo Leve sob Trilhos (VLT) não é tão importante para Cuiabá. "Tenho certeza se bater uma pesquisa, a saúde está muito em primeiro lugar", disse o gestor ao ser questionado sobre o futuro do modal.


"Se eu perguntar para Mato Grosso o que eles querem, os hospitais em Cuiabá e no estado? A saúde funcionando ou o VLT? Ok, eu falei que ia dar uma definição em um ano. Não tem nenhum problema, eu não citei o hospital central e estou retomando. Eu posso citar várias dezenas de coisas que nós não falamos e estamos fazendo. E peço desculpa se alguma que eu falei não deu tempo de fazer. Isso é natural", se defendeu.

 

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Mendes ainda disse que se deparou com obstáculos no governo e que o VLT é um ponto que passou por gestões e nenhuma delas conseguiu terminar o projeto.


"Existiam problemas que eu não conhecia. Quando as pessoas ficam de fora, criticando, elas não conhecem o que é por dentro a máquina pública. Eu não conhecia com profundidade todos os problemas do VLT. Tem 8 ações na Justiça rodando ali. É um problema gravíssimo, cheio de nuances. Não foi à toa que passaram governos inteiros. Um não deu conta de fazer,  todo mundo sabe porquê. Outro passou o governo inteiro e não conseguiu mexer em nada", explicou.


Segundo Mauro, a solução para o problema será encontrada, mas é necessário encontrar um caminho confiável para "botar minha cabeça no travesseiro e dormir tranquilo".


"Eu vou dar uma solução para esse problema do VLT. Esse é o meu compromisso. Pode ser em uma semana, pode ser um mês. Mas será no menor tempo possível para dar uma solução com segurança. Não solução para fazer imediatismo e jogar para a galera. Eu não gosto disso", finalizou.


VLT
As obras do VLT iniciaram em 2012 e previam 22 quilômetros de trilhos divididos em duas linhas: uma que ligaria o aeroporto Marechal Rondon à avenida do CPA em Cuiabá e a outra que ligaria o centro à avenida Fernando Corrêa. A obra esta paralisada desde 2014.  O contrato foi firmado no governo Silval Barbosa teve o orçamento inicial no valor de R$ 1,4 bilhão e nunca foi concluída.


Em 2017, o VLT ainda foi alvo da "Operação Descarrilho", deflagrada pela Polícia Federal junto ao MPF, que apurou crimes de fraudes em procedimentos licitatórios, associação criminosa, corrupção ativa e passiva entre outros crimes. Diante disso o governo solicitou a suspensão uniliteral dos contratos com o consórcio.

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