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impasse institucional 17.09.2019 | 16h25

Secretário sugere a prefeitura fazer contas dos repasses à impasse

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Pablo Rodrigo e Vitória Lopes

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

O secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, discordou das contas que a Prefeitura de Cuiabá vem cobrando do repasse da saúde que o governo deve a capital. Nesta manhã de terça-feira (17), o secretário rebateu que a dívida seja, atualmente, de R$ 56 milhões.

 

“Nós estamos pagando. Pagamos do ano passado, R$ 23 milhões esse ano. Se ele souber fazer conta, ele pode dividir e ver quanto que tá dando por mês”, diz o secretário. A briga entre o prefeito de Cuaibá, Emanuel Pinheiro (MDB), e o governador Mauro Mendes (DEM) ganhou mais um capítulo após o emedebista ter cobrado e notificado o Estado, sob alegação de que o governo deve cerca de R$ 56 milhões ao município, referente a repasses da atenção básica e secundária dos anos de 2016 e 2018.

 

Figueiredo ainda afirma que o governo do Estado tem compromisso com todos os municípios de Mato Grosso, e não está priorizando somente Cuiabá para deixar a saúde pública em dia.

 

“Não vamos dar preferência no município, estamos honrando o compromisso assumido com o governador do Estado com todos os municípios, e o governador prometeu a todos os prefeitos que até o final do próximo ano, quando termina as gestões dos prefeitos, estará com a divida quitada, é isso que vamos fazer com os municípios”, explica.

 

Sobre a divergência de valores, o secretário ainda aponta que uma equipe do governo já conversou com o prefeito. “O real valor é aquilo que está registrado nos sistemas do Estado, que foram empenhados e foram escriturados, esse é o real valor. Nossa equipe já sentou com a equipe do prefeito, levantou esses dados. Então não sei qual a duvida que o prefeito tem a respeito disso”, critica.

 

Em outra oportunidade, Emanuel Pinheiro já propôs por meio da imprensa que o Estado poderia reconhecer a dívida de R$ 39 milhões. “Faz o seguinte, acerta os R$ 39 milhões, faz uma proposta que ai minha equipe senta na mesa para ver a diferença de R$ 17 milhões”, disse o prefeito.

 

Antes de deixar a gestão, o então governador Pedro Taques realizou um cronograma de repasse de uma dívida de R$ 82 milhões em 30 meses, no valor de R$ 2,7 milhões. Contudo, o secretário afirma que esse montante não é reconhecido pelo governo atualmente.

 

“Não existe oficialmente essa dívida. Essa dívida foi um acordo moral que teve com o governo passado. O valor pra substituir foi no ano passado, uma emenda que foi providenciada pelo senador Blairo Maggi de R$ 100 milhões, ou seja, acima dos R$ 82 milhões originalmente”, defende Gilberto, em alusão ao que Pinheiro anteriormente afirma que tinha uma relação melhor com Pedro Taques.

 

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