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Teoria versus prática 26.02.2020 | 17h00

Senador lembra que Selma é contra, mas indicou emendas

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CHICO FERREIRA

CHICO FERREIRA

O senador Wellington Fagundes (PL) rebateu a fala da senadora Selma Arruda (Podemos) de que as emendas indicadas pelo Legislativo servem como instrumento de rachadinha e para comprar votos em ano eleitoral. O senador lembrou que como todos os membros do Legislativo, Selma indicou suas emendas parlamentares que devem ser executadas pela União. 

 

O Executivo vetou um disposivo do orçamento que prevê um montante de R$ 30 bilhões para realização de obras e ações indicadas por deputados e senadores. O veto já tramita no Congresso Nacional com risco de ser derrubado. Para que isso não aconteça, a União está negociando com os congressistas para reverter o caso. 

 

Leia também - Confira vídeo - 'Congresso quer recursos para comprar votos e fazer rachadinha', acusa senadora

 

"Ela fez as suas emendas, como todos os outros. Isso é preocupante. Porque ela participou do orçamento, ela também executou as emendas. Eu não fiz emendas para corrupção. Eu fiz emendas para fazer obras de escolas, estradas e creches", disse em entrevista ao jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, canal 10.1", resumiu o senador. 

 

O senador disse que a postura de Selma de primeiro indicar emendas, depois de atacar emendas é preocupante.

 

Na fala que fez sobre o assunto, a senadora cassada ainda defendeu o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que afirmou que o Congresso estava chantageando o Executivo. “Não podemos aceitar esses caras chantageando a gente. Foda-se", disse ao sugerir ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comunicar a população de que estaria sendo chantageado pelo Congresso.

 

Wellington criticou a fala do general Augusto Heleno e lembrou que ele será convocado ao Congresso Nacional para se justificar e dizer o que pensa sobre o assunto. 

 

Na entrevista o senador ainda dá um panorama de como estão as negociações do Congresso e do governo para votação da reforma tributária, uma das priodades do Legislativo para o ano de 2020.

 

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