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16 anos de casamento 28.05.2020 | 11h45

Solto em poucas horas, Leonardo Campos nega agressão à esposa

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Reprodução/Facebook

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(Atualizada às 14h23 )- Preso na noite de quarta-feira (27), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Mato Grosso, Leonardo Campos, foi solto no começo da manhã de quinta-feira (28), após análise do caso pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica da Capital. Apesar da denúncia, Campos negou ter agredido a esposa, a também advogada Luciana Póvoas.

 

A decisão de soltar o advogado é do juiz Jamilson Haddad Campos. Para o magistrado, Leonardo "não se apresenta, neste momento, como um risco para a sociedade, motivo pelo qual não se verifica qualquer outra situação que possa justificar a prisão cautelar do mesmo".

 

O filho do casal afirmou em depoimento que o casal discutia quando Leonardo empurrou a esposa, que revidou e deu um tapa nas costas do marido. Luciana disse aos policiais que as agressões eram constantes no relacionamento.

 

A advogada solicitou medidas protetivas e conseguiu na Justiça a proibição de que o marido se aproxime a menos de 500 metros dela, de seus familiares e testemunhas. Além de não poder entrar em contato com ela e ter que sair de casa.

 

Atualizada às 10h30 - Poucas horas após ser preso, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Mato Grosso, Leonardo Campos, foi solto na manhã desta quinta-feira (28). Ele foi levado para a Central de Flagrantes na noite de quarta-feira (27) depois que a polícia foi chamada pela esposa, a também advogada Luciana Póvoas.

 

Em nota, ele afirma que não agrediu a esposa e que houve um desentendimento que envolveu o filho de 17 anos do casal. "Quem me conhece sabe que sou defensor e repudio qualquer forma de agressão às mulheres", diz trecho do texto.

 

Leia também - 'Gostaria de conhecer o Leozinho que vocês conhecem', diz esposa de presidente da OAB

 

Na delegacia, Luciana pediu medida protetiva de separação de corpos, alegando que não aguentava mais as agressões sofridas. Esses momentos de violência, segundo a esposa, seriam frequentes, especialmente quando o marido consumia bebida alcoólica.

 

Segundo o presidente da OAB, o depoimento de Luciana foi acompanhado pela presidente do Conselho Estadual da Mulher, Gláucia Amaral. Informou também que irá pedir à Comissão do Direito da Mulher da OAB para acompanhar o processo.

"Classifico esta manhã como uma das mais tristes da minha vida e espero que todos respeitem este momento de reserva familiar", comentou o advogado.

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