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10 salários mínimos 23.10.2020 | 11h23

STF mantém condenação de Jayme por dar pensão irregular de ex-vereador

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Mayke Toscano/Secom

Mayke Toscano/Secom

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, negou um recurso do senador Jayme Campos (DEM) e do ex-vereador de Várzea Grande, João Simão de Arruda que buscavam reverter a condenação por improbidade administrativa por ter concedido "pensão de mercê" no valor de 10 salários mínimos mensais ao ex-vereador, entre 2001 e 2004.  Jayme era prefeito na época e concedeu a pensão de forma indevida ao então vereador após ele não ter sido reeleito.

 

"Ante o exposto, nego seguimento ao recurso interposto por Jaime Verissímo de Campos e quanto ao recurso interposto por João Simão de Arruda, determino a intimação da parte recorrente para regularização do referido vício, no prazo de 5 dias, sob pena de inadmissibilidade", diz trecho da decisão de 20 de outubro.  

 

Leia também - Vice de Aécio Rodrigues renuncia e novo nome deve sair do PSL

 

A pensão de mercê é vitalícia e concedida pelo poder público a pessoas escolhidas por critérios políticos. O vereador exerceu 3 mandatos na Câmara de Várzea Grande entre 1983 e 1996. Conforme o Ministério Público, o senador também terá que pagar multa civil de 5 vezes o valor mensal que recebia na época em que foi aprovada a lei que instituiu a pensão.  

 

"Tal pensão foi concedida, sob o argumento de que o ex-vereador necessitava do amparo do Poder Público. Na época ele não havia conseguido reeleger-se para novo mandato no Legislativo Municipal", informou o Ministério Público na época da condenação.  

 

O MP apurou que João Simão era servidor aposentado da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e recebia um salário de R$ 6 mil mensais. "A lei ofende os princípios da administração pública, notadamente o da finalidade, impessoalidade, razoabilidade e moralidade", diz trecho da ação.  

 

Jayme Campos também já tinha perdido recursos em várias instâncias, como no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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Comentários

marta - 24/10/2020

eu não tenho nada com isso, mas sei de ex servidora da prefeitura de vg que tem 3 pensoes, e não precisa dessas pensoes essa pessoa , é só as autoridades publicas investigarem que chega nessa que estou dizendo.

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