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Disputa por vaga no senado 22.10.2020 | 09h34

Taques afirma que adversários estão com ‘medinho’ de debater com ele

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Chico Ferreira/Gazeta Digital

Chico Ferreira/Gazeta Digital

O ex-governador e candidato ao Senado Pedro Taques (SD) afirmou que seus concorrentes tem receio de debater com ele sobre as ideias e propostas. “Estão com medinho?”, desafiou durante a entrevista ao programa Opinião, da TV Pantanal, na noite de quarta-feira (21).

 

Taques argumentou que há menos de um mês para a eleição suplementar para o Senado os 11 candidatos ainda não tiveram a oportunidade de debater sobre as propostas e opiniões sobre temas importantes que serão votados no Congresso Nacional.

Entre os temas que ele afirma serem importantes está a reforma administrativa que tramita no Congresso e que tem como mudanças o fim da estabilidade para os servidores públicos.

 

Leia também - Taques se esquiva de perguntas sobre corrupção durante seu governo

 

“Os outros candidatos não falaram o que pensam sobre estabilidade dos servidores públicos. Os eleitores precisam saber o que eles pensam. Já adianto: eu sou favorável à manutenção da estabilidade dos servidores”, afirmou na entrevista.

 

O tema servidores foi pauta delicada durante a gestão de Pedro Taques no governo de Mato Grosso. Entre os embates estão o pagamento dos salários em dia e também de direitos adquiridos pelas carreiras, como o a lei complementar 510/2013, que determinou a dobra do poder de compra dos profissionais da educação em 10 anos.

 

Na entrevista ele afirmou que pagou todo o reajuste que foi possível, restando apenas uma parcela a ser quitada, e lembrou que honrou com todos os pagamentos previstos em leis de carreira. Taques também alfinetou o governador Mauro Mendes (DEM), ao afirmar que, mesmo com dificuldades realizou os pagamentos e que a atual gestão não pagou a revisão geral anual (RGA) em 2019 e 2020.

 

Críticas a Leitão
Ao ser questionado sobre seu posicionamento em relação às delações premiadas, o ex-governador aproveitou para criticar seu concorrente Nilson Leitão (PSDB). Ele afirmou que as delações são instrumento importante e que possibilitaram a descoberta de muitos crimes.

 

“Sou a favor de delação e contra o foro por prerrogativa de função. E, se vocês pesquisarem, vão ver que eu votei para que os políticos tenham o seus sigilos levantados”, disse ele, lembrando que Leitão é alvo de delação premiada e foi acusado de participar dos esquemas da Secretaria de Educação (Seduc), descobertos durante o período em que Taques era governador.

 

Sobre esse esquema de desvios de recursos, que foi investigado pela Operação Rêmora, Pedro Taques se defendeu dizendo que não sabia do caso e que a participação de integrantes do PSDB foi o motivo que o levou a sair da sigla e ir para o Solidariedade. (Com informações da assessoria)

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