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Deu na record 02.12.2019 | 17h15

Áudios citam Neri Geller em suposta propina na gestão de Dilma

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Divulgação

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A TV Record teve acesso a interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça e que fazem parte de uma investigação da Polícia Federal sobre o pagamento de propina da J&F para o grupo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

 

As ligações foram feitas um mês depois do segundo turno das eleições de 2014. Em uma das conversas, o nome do deputado Neri Geller (Progressistas), então ministro da Agricultura é citado. Geller é o atual coordenador da bancada federal de Mato Grosso. 

 

O caso está sob investigação. A ligação foi feita no dia 21 de novembro de 2014. O coordenador-financeiro da campanha de reeleição da petista, Edinho Silva, orienta o execultivo da J&F, Ricardo Saud, a tratar com Neri sobre uma mudança no negócio de Mato Grosso. Em seguida, orienta Saud a falar com o seu braço direito, Manoel Sobrinho. 

 

Leia mais - TRE livra Bezerra de cassação e multa prefeito em R$ 50 mil

 
O parlamentar que é líder da bancada de MT no Congresso chegou a ser preso em novembro de 2018, na Operação Capitu. A operação foi deflagrada um mês depois das eleições de 2018. 

 

A operação cumpriu 63 mandados de prisões e buscas e apreensões em Mato Grosso, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. Somente em Mato Grosso, foi cumprido um mandado de prisão temporária em Rondonópolis (contra Geller) e dois mandados de busca e apreensão em Lucas do Rio Verde, em uma casa e num posto de combustíveis ligado ao ex-ministro.   
 
Em uma conversa com Manoel, ele diz que o 'meio' de Mato Grosso continua.

 

Manoel: Na verdade, eu tinha falado que era um de Minas e não é. É um e maio.

Saud: Ah tá. E o meio do Mato Grosso continua?

Manoel: Isso.  

 

A reportagem cita que segundo as investigações a então presidente Dilma e o PT de Minas receberiam R$ 6 milhões, sendo R$ 5 milhões só da presidente. A matéria diz que a PF quer saber se o dinheiro foi doado de forma legal e onde foi parar. Os valores foram tratados um mês depois das eleições, a PF acredita que possa ser propina em troca de favores do governo. 

 

Outro lado 

Por meio da assessoria, o deputado destacou que não há se quer manifestação da Polícia Federal quanto ao indiciamento ou não do deputado no caso da Operação Capitu.

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