APÓS OPERAÇÃO 21.10.2026 | 10h00

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Montagem GD/Câmara de VG
O vereador Bruno Rios (PL) afirmou que vai processar o presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), depois de ser ameaçado dentro do plenário da sede do Legislativo Municipal em sessão realizada nesta terça-feira (20).
“O Wanderley não faz nenhuma argumentação plausível no vídeo, você pode observar, ele simplesmente me ameaça. Então a gente está estudando as medidas cabíveis e a gente vai providenciar isso o quanto antes”, afirmou ao
o vereador, que é aliado da prefeita Flávia Moretti (PL).
“Acredito que, diante dos ocorridos, uma ameaça no ao vivo, ele tem que ter ciência do que ele está fazendo e vai responder pelas ações dele”, acrescentou.
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A ameaça foi capturada pela transmissão da sessão no YouTube e ocorreu no momento em que seria realizada a leitura de um trecho da Bíblia antes do início dos trabalhos. “Você vai pagar, meu filho”, diz o presidente.
Na sequência, os dois, que estão sentados na mesa, começam a discutir. Rios responde que não teve culpa, mas o presidente retruca dizendo que “você vai saber na hora certa”.
O bate-boca ocorre no mesmo dia em que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou a Operação Cathedra Venalis. Wanderley foi um dos alvos, junto com outros 12 vereadores de VG e dois de Cuiabá.
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Para Bruno Rios, a deflagração da operação expõe novamente a Câmara de Várzea Grande ao julgamento da opinião pública e afeta todos os integrantes do Legislativo Municipal, mesmo os que não estão envolvidos nos fatos investigados.
“Eu acredito que toda repercussão negativa, para qualquer vereador, atrai para todos nós olhares de maneira pejorativa. Então, quando um é atingido de alguma forma, todos são atingidos, e até a própria classe política em um todo”, explicou.
A Operação Cathedra Venalis investiga a atuação de uma possível organização criminosa que atuava para obter vantagens indevidas, cooptava agentes públicos e cometia práticas de corrupção.
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