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‘NÃO ESTÃO AJUDANDO’ 10.04.2020 | 14h40

Wellington reforça isolamento social e critica governo e bancos

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O senador Wellington Fagundes (PL) voltou a defender o isolamento social, como a medida mais eficaz no combate à proliferação do coronavírus. Líder do bloco Parlamentar Vanguarda – formado pelo Democrotas, PL e PSC -, o parlamentar aponta que, no entanto, os bancos não estão colaborando com o recolhimento de pessoas e manutenção do emprego.


“Não estão sendo parceiros. O sistema bancário é forte e organizado. A Febraban possui uma atuação muito forte no Congresso. O Crédito não está chegando. A pequena e a média empresa, que são as que mais geram emprego no país, vão ao banco e não conseguem capital de giro. As linhas de crédito anunciadas pelo Governo estão na falácia. O crédito não está chegando na ponta”, disse.

 

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Ele relata que tem conversado diariamente com as demais lideranças do Congresso Nacional – já que se trata de uma queixa recorrente dos parlamentares – visando buscar uma medida que faça com que as instituições financeiras colaborem mais com o atual momento.


Inclusive, de acordo com ele, com maior taxação de lucros. No ano passado, os bancos Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e Banco do Brasil lucraram R$ 59,7 bilhões, o maior para o período pelo menos desde 2006.


Wellington ainda aponta que os bancos tem “práticas abusivas”, e que estariam, segundo diz, “impondo altos valores para avaliação de crédito, criando barreiras para aqueles que precisam deste socorro agora, inclusive, assegurando que a nossa economia consiga se manter de pé nestes dias difíceis de coronavírus".


O senador mato-grossense também aproveita para criticar a postura do Governo no enfrentamento ao coronavírus. Sobretudo, na demora em executar programas de auxílio aos mais necessitados. “A liberação dos R$ 600 demorou. Já deveria ter saído há muito mais tempo”, comentou.


Ele enfatizou ainda que o Brasil detém 350 bilhões de dólares de reservas cambiais que poderiam estar sendo usados neste momento de crise.


“O Governo, primeiro, tem que buscar os recursos necessários para cuidar da vida das pessoas. E quando digo cuidar da vida das pessoas, falo principalmente dos mais pobres, dos mais necessitados” – acrescentou. Essa possibilidade, contudo, esbarra na resistência do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Não dá! Temos que abrir o cofre do Governo” - frisou.

Fagundes também insiste na tese de adiamento das eleições deste ano para 2022. Com isso, politicamente, se criaria no Brasil o princípio das eleições gerais, em todos os níveis: vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, governadores, senadores e presidente da República.

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