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Deu em A Gazeta 11.08.2020 | 10h23

Zaqueu 'entregou' o nome de publicitária para PF grampear

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

O ex-comandante da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Zaqueu Barbosa, foi o responsável por entregar o número da publicitária Tatiane Sangalli para que a Polícia Federal a grampeasse entre 2014 e 2015. A informação consta no próprio depoimento de Zaqueu à PF.

 

O número telefônico de Sangalli aparece em uma lista com o codinome HNI PM Homem Não Identificado. A nomenclatura é usada nas investigações de tráfico de drogas contra policiais.

 

Zaqueu teria passado o número a um policial federal para que o telefone de Sangalli fosse inserido na interceptação. Ela foi monitorada ilegalmente a mando do ex-secretário-chefe da Casa Civil Paulo Taques, já que ambos tiveram um caso extraconjugal na época.

 

Em depoimento, o coronel afirmou que o repasse teria sido um erro, já que ele pode ter se confundido. Porém, na interceptação da PF, foram solicitadas 3 prorrogações em 4 períodos. Ou seja, Tatiane Sangalli foi interceptada ilegalmente por 2 meses pela PF.

 

As investigações apontam que a interceptação também ocorreu na modalidade barriga de aluguel - quando números de pessoas comuns são listados como se pertencessem a alvos de investigações policiais.

 

Tatiane Sangalli foi um dos alvos do esquema de interceptações telefônicas clandestinas criadas no governo Pedro Taques para monitorar adversários políticos.

 

Paulo Taques foi denunciado pelo Ministério Público por ter grampeado Sangalli, uma ex-servidora da Casa Civil, além de Caroline Mariano, no bojo das Operações Forti/Pequi e Querubim da Polícia Civil em 2015. A justiça acatou a denúncia e o ex-secretário agora é réu na 7ª Vara Criminal.

 

Segundo as investigações, a delegada Alana Cardoso coordenou, em 2015, a Operação Forti, cujos principais alvos seriam pessoas em associação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho de Mato Grosso (CVMT). Porém, na lista de pessoas interceptadas nessa operação também estavam as ex-servidoras.

 

Outro lado

O ex-secretário Paulo Taques nega as acusações e afirma que nunca pediu para as delegadas e nem para ninguém fazer interceptação telefônica.

 

Confira reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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