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Política Nacional - A | + A

31.10.2014 | 18h18

DEM estuda possível fusão com outras siglas

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Com uma bancada reduzida à metade nesta eleição em comparação à de 2010, o presidente nacional do DEM, José Agripino Maia (RN), considera que "há perspectivas" de a legenda se fundir com outras nos próximos meses. O dirigente afirmou, no entanto, que essa discussão não está na pauta "neste momento".

Em entrevista ao Broadcast Ao Vivo nesta quinta-feira (30), Maia falou sobre o futuro do partido e lamentou a derrota na disputa pelo governo da Bahia, único Estado onde o DEM tinha possibilidade de vitória nesta eleição.

— Há perspectivas ou a possibilidade de fusões, mas não está na nossa pauta neste momento.

Segundo ele, uma decisão final ainda deve passar pelos presidentes estaduais das legendas envolvidas nas discussões.

— Estamos conversando. Houve um almoço de líderes partidários nesta semana, que reuniu DEM, Solidariedade, PSD, PSDC. Todos estão conversando sobre a prática da linha de oposição, linguagem da oposição e perspectiva de bloco. Se a perspectiva de blocos evoluir para fusões, poderá ser discutida, porque fusão tem implicações que remetem aos Estados. É uma coisa que tem de ser muito bem cuidada, precisa ter muita cautela.

Para Agripino Maia, não está descartada, entretanto, a formação de blocos no Congresso com intuito de disputar cargos estratégicos como presidência de comissões e relatorias.

— A perspectiva de bloco partidário, sim. Isso está na ordem do dia entre os partidos que fazem oposição, como o DEM, o Solidariedade e outros que possam se associar conosco num bloco para exercer um número mais expressivo na ação de oposição.

Em 2010, o DEM conseguiu eleger 43 deputados federais, número que caiu para 28 em 2012, depois de parte da bancada migrar para o recém-criado PSD, que passou a atuar em conjunto à base aliada. Em relação à bancada do Senado, o partido iniciará a nova legislatura de 2015 com cinco senadores, um a mais em comparação com a atual. Há quatro anos, o DEM também chegou a conquistar quatro governos estaduais, mas nesta eleição não conseguiu eleger nenhum governador.

— Se nós tivemos um revés na eleição de 2014, foi a não eleição que nós julgávamos muito provável para o governo da Bahia. Esse revés reconheço. Agora, o partido obteve 4 milhões de votos vencendo protagonismos de oposição, tem uma ideologia muito clara e quando a imprensa quer ouvir uma opinião de oposição, procura o Democratas. É um partido que, sim, perdeu quadro ao longo do tempo. Mas perdeu numericamente. Em matéria de qualidade de opinião, a imprensa ouve necessariamente quadros do DEM.

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