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Estratégia 31.10.2019 | 15h00

Eduardo Bolsonaro sugere novo AI-5 'se esquerda radicalizar'

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Marcelo Camargo/ABr

Marcelo Camargo/ABr

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) sugeriu um novo AI-5 "se a esquerda radicalizar". Eduardo deu declaração em entrevista à jornalista Leda Nagle, divulgada nesta quinta-feira (31). 

 

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O deputado defendeu medidas drásticas, como "um novo AI-5", para conter manifestações de rua como as que ocorrem no Chile atualmente.

 

"Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta ela pode ser via um novo AI-5, via uma legislação aprovada por plebiscito, como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada", afirmou.

 

Eduardo disse que dinheiro do BNDES foi usado por Cuba e Venezuela para financiar movimentos de esquerda na América Latina. "Nós desconfiamos que esse dinheiro vem muito por conta do BNDES que, no tempo de Dilma e Lula (...)", diz Eduardo, sem concluir a frase.

 

"Por que não achar que esse dinheiro vai voltar 'pra' cá para fazer essas revoluções?", questionou de forma retórica. "Agora eles têm condições de financiar, de bancar isso num nível muito maior aqui na América Latina", complementou.

 

"A gente, em algum momento, tem que encarar de frente isso daí. Vai chegar um momento em que a situação vai ser igual ao final dos anos 1960 no Brasil, quando sequestravam aeronaves, quando executavam, sequestravam grandes autoridades como cônsules, embaixadores, execução de policiais, de militares", disse.

 

Eduardo criticou a oposição, dizendo que, para eles, tudo "é culpa do Bolsonaro". "Tudo é culpa do Bolsonaro, percebeu? O fogo na Amazônia, eu já morei lá em Rondônia, sei como é que é, sempre ocorre nesta estação. Culpa do Bolsonaro. Óleo no Nordeste culpa do Bolsonaro. Daqui a pouco vai passar esse óleo, tudo vai ficar limpo, qualquer coisa vai ser culpa do Bolsonaro", disse. 

 

O Ato Institucional nº 5 foi o mais duro instituído pela ditadura militar, em 1968, ao revogar direitos fundamentais e delegar ao presidente da República o direito de cassar mandatos de parlamentares, intervir nos municípios e Estados. Também suspendeu quaisquer garantias constitucionais, como o direito a habeas corpus. A partir da medida, a repressão do regime militar tornou-se mais dura.

 

A Constituição de 1988 rejeita instrumentos de exceção e destaca em seu primeiro artigo, como um de seus princípios fundamentais que a República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito.

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