Publicidade

Cuiabá, Sábado 19/09/2020

Política Nacional - A | + A

postura criticada 23.05.2020 | 08h08

Parlamentares comentam o vídeo da reunião ministerial divulgado pelo STF

Facebook Print google plus

Valter Campanato/Agência Brasil

Valter Campanato/Agência Brasil

Inúmeros parlamentares, aliados e de oposição a Jair Bolsonaro, criticaram a postura do presidente durante a reunião ministerial do dia 22 de abril, na qual o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro alega ter sido ameaçado em meio a uma tentativa de interferência na PF (Polícia Federal).

 

A decisão do ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), de liberar o vídeo atende a um pedido da defesa de Moro para apurar as declarações do presidente.

 

Leia também - Celso de Mello decide liberar íntegra de vídeo com reunião ministerial

 

“Xingamentos palavrões e baixaria. Mais parece um debate acalorado de botequim do que uma reunião com ministros”, pontuou o senador Major Olímpio (PSL-SP). Para ele, no entanto, ainda há “interrogações” a respeito da tentativa de Bolsonaro interferir no comando da PF.

 

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) classifica as imagens como “chocantes” para o povo brasileiro porque mostra um governo sem condições morais de governar. “Ali aparecem interesses em extrapolar, fazer com que as pessoas se armem e fazer com que haja agressão contra o Supremo Tribunal Federal e os governadores”, diz.

 

“Um presidente da República não pode conduzir um governo dessa forma. Ele tem que cuidar de um País, do povo, e não fazer esse tipo de discurso, que não leva absolutamente nada”, lamente Zarattini.

 

Para a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), o conteúdo da reunião “é muito grave” e confirma as acusações feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro. “O que nós vemos é uma reunião completamente fora do tom, quando o Brasil já tinha perdido 3.000 vidas”, observa ela.

 

Já o senador Otto Alencar (PDS-BA), parabeniza a decisão do ministro Celso de Mello em divulgar o vídeo da reunião para evidenciar as falar de Moro. "Mais grave ainda é quando ele [Bolsonaro] pede que dê segurança aos seus familiares e amigos. A República não pode dar segurança aso amigos", pontua ele.

 

"Além disso, a linguagem é completamente inadequada, com palavrões que não poderiam ser colocados nem em uma reunião fechada pelo presidente da República", lamentou o senador.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

João Batista de Lima - 23/05/2020

Falar em moral porque o PT ainda não expulsou do partido o Lula, aí sim poderia falar em moral para Governar, não gosto das expressões do Presidente da República que deveria ter cuidado nas sua fala, pois potencializa os seus inimigos políticos, o Brasil hoje precisa que o Governo termine seu Mandato, para o bem da economia. Seria muito desgastante termos mais um Presidente impechmado, Deus nosso pai todo poderoso tenha piedade de nós.

1 comentários

1 de 1

Enquete

Denúncias de mulheres contra agressores demoram vir à tona por conta de posição social?

Parcial

Edição digital

Sexta-feira, 18/09/2020

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 21,30 -2,74%

Algodão R$ 92,51 0,53%

Boi a Vista R$ 137,23 0,27%

Soja Disponível R$ 65,30 0,15%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2020 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.