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Política Nacional - A | + A

postura criticada 23.05.2020 | 08h08

Parlamentares comentam o vídeo da reunião ministerial divulgado pelo STF

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Valter Campanato/Agência Brasil

Valter Campanato/Agência Brasil

Inúmeros parlamentares, aliados e de oposição a Jair Bolsonaro, criticaram a postura do presidente durante a reunião ministerial do dia 22 de abril, na qual o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro alega ter sido ameaçado em meio a uma tentativa de interferência na PF (Polícia Federal).

 

A decisão do ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), de liberar o vídeo atende a um pedido da defesa de Moro para apurar as declarações do presidente.

 

Leia também - Celso de Mello decide liberar íntegra de vídeo com reunião ministerial

 

“Xingamentos palavrões e baixaria. Mais parece um debate acalorado de botequim do que uma reunião com ministros”, pontuou o senador Major Olímpio (PSL-SP). Para ele, no entanto, ainda há “interrogações” a respeito da tentativa de Bolsonaro interferir no comando da PF.

 

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) classifica as imagens como “chocantes” para o povo brasileiro porque mostra um governo sem condições morais de governar. “Ali aparecem interesses em extrapolar, fazer com que as pessoas se armem e fazer com que haja agressão contra o Supremo Tribunal Federal e os governadores”, diz.

 

“Um presidente da República não pode conduzir um governo dessa forma. Ele tem que cuidar de um País, do povo, e não fazer esse tipo de discurso, que não leva absolutamente nada”, lamente Zarattini.

 

Para a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), o conteúdo da reunião “é muito grave” e confirma as acusações feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro. “O que nós vemos é uma reunião completamente fora do tom, quando o Brasil já tinha perdido 3.000 vidas”, observa ela.

 

Já o senador Otto Alencar (PDS-BA), parabeniza a decisão do ministro Celso de Mello em divulgar o vídeo da reunião para evidenciar as falar de Moro. "Mais grave ainda é quando ele [Bolsonaro] pede que dê segurança aos seus familiares e amigos. A República não pode dar segurança aso amigos", pontua ele.

 

"Além disso, a linguagem é completamente inadequada, com palavrões que não poderiam ser colocados nem em uma reunião fechada pelo presidente da República", lamentou o senador.

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