Publicidade

Cuiabá, Sexta-feira 18/09/2020

Política Nacional - A | + A

combate à pandemia 07.08.2020 | 08h25

Presidente Jair Bolsonaro assina MP que libera R$ 2 bilhões para vacina de Oxford

Facebook Print google plus

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (6), durante cerimônia no Palácio do Planalto, medida provisória que libera cerca de R$ 2 bilhões para a produção de uma vacina contra a covid-19. A previsão é que o primeiro lote de vacinas produzidas no Brasil deve ficar pronto a partir de janeiro de 2021.

 

"Hoje o governo federal reforça mais uma vez o seu compromisso em salvar vidas com a sua assinatura nesta medida provisória estamos garantindo a aplicação de recursos a uma vacina que tem se mostrado a mais promissora do mundo. O investimento é significativo, não apenas no seu valor, quase R$ 2 bilhões, mas também aponta busca de soluções que permitem ao Brasil desenvolver tecnologia para proteção dos brasileiros", afirmou o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello.

 

Leia também - Governo avalia a reformulação do auxílio emergencial de R$ 600, diz Paulo Guedes

 

Durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro em seu discurso voltou a defender o uso da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19 e elogiou a atuação do ministro interino na Saúde. "Podemos dizer que fizemos possível e o impossível para salvar vidas", disse o presidente.

 

Os recursos serão destinados à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que tem acordo com a farmacêutica AstraZeneca para compra de lotes e transferência de tecnologia da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. O acordo é resultado da cooperação entre o governo brasileiro e a biofarmacêutica, anunciado no final de junho pelo

Ministério da Saúde.

 

Pelo acordo, a Fiocruz adquire o produto antes do término dos ensaios clínicos previstos, em função do movimento global de mobilização e para aquisição de vacinas. O acordo com a biofarmacêutica prevê duas etapas de produção.

 

A primeira estapa consiste na produção de 30,4 milhões de doses antes do término dos ensaios clínicos, o que representaria 15% do quantitativo necessário para a população brasileira, ao custo de 127 milhões de dólares.

 

O investimento inclui não apenas os lotes de vacinas, mas também a transferência de tecnologia para que a produção possa ser completamente internalizada e nacional.

 

Ao término dos ensaios clínicos e com a eficácia da vacina comprovada, o acordo prevê uma segunda etapa, com a produção de mais 70 milhões de doses, ao preço de custo de 2,30 dólares por dose.

 

Outra vacina

Outro acordo, do Estado de São Paulo com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, prevê o desenvolvimento da vacina sob coordenação do Instituto Butantã e que está em fase de testes no Brasil.

 

O governador do Estado de São Paulo, João Doria, promove uma campanha de arrecadação de dinheiro para a ampliação da fábrica de vacinas do Butantan, com objetivo de produzir até 240 milhões de doses anuais da Coronavac.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Denúncias de mulheres contra agressores demoram vir à tona por conta de posição social?

Parcial

Edição digital

Sexta-feira, 18/09/2020

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 22,50 -1,32%

Algodão R$ 117,24 -0,22%

Boi a Vista R$ 133,00 -0,30%

Soja Disponível R$ 74,00 -1,86%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2020 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.