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Política Nacional - A | + A

12.08.2015 | 18h30

Sem terra tentam invadir Palácio do governo e marcam reunião

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O Palácio Paiaguás, sede do governo de Mato Grosso, foi palco de manifestação de integrantes do Movimento dos sem Terra (MST) na tarde desta quarta-feira (12) depois que eles marcharam por movimentadas avenidas de Cuiabá e Várzea Grande. Foram atendidos pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, e saíram com a garantia de que serão recebidos pelo governador Pedro Taques para uma conversa na próxima segunda-feira (17), às 11h. Eles terão que montar uma comissão de 10 pessoas para participar da reunião.

Durante o ato, os manifestantes tentaram invadir o Palácio e um dos portões ficou parcialmente amassado diante do princípio de tumulto registrado no local. No entanto, o forte aparato policial presente no espaço impediu que os participantes do movimento adentrassem o segundo portão. Dezenas de policiais militares estavam no local e garantiram a segurança de todos e impediram a entrada.

A Polícia Militar disse que cerca de 350 pessoas participaram do ato enquanto os organizadores do movimento falam em 600 pessoas, as mesmas que ocupam as dependências do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), local invadido na manhã desta quarta-feira e transformado num acampamento improvisado com dezenas de barracas.

São vários colchões, sacolas e malas espalhados pelas dependências do órgão, tanto na parte externa quanto dentro das salas, nos locais de trabalho dos servidores. Depois que foram recebidos pelo chefe da Casa Civil, os manifestantes voltaram para o acampamento no Incra. Nesta terça-feira (11), um grupo de sem terras também ocupou o Parque Estadual Bernardo Berneck, localizado na avenida Júlio Campos, em Várzea Grande. Eles também participam das manifestações realizadas nesta quarta-feira.

Dentre as reivindicações, os sem-terra está a exigência de assentamento numa fazenda, no município de Jangada (80 km ao norte de Cuiabá). Também querem que sejam anuladas pelo menos 3 liminares que determinaram reintegração de posse em locais invadidos por eles. No mais, são as cobranças que constam na pauta nacional dos integrantes, pela reforma agrária.

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