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Amaggi alega ser monitorada e nega sonegação do Fethab

Chico Ferreira

Chico Ferreira

Acusada de passar 4 anos sem pagar Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), o presidente da Amaggi, Judynei Carvalho, afirmou que a empresa nunca deixou de recolher o imposto. A denúncia partiu do deputado Lúdio Cabral (PT), que foi convidado a comparecer à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal, mas se ausentou.

 

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O presidente foi interrogado na tarde dessa segunda-feira (23) e enalteceu a empresa para qual trabalha. Tendo até recebido pedido de desculpas do deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), por tê-lo convocado a depor.

 

"A Ammagi nunca deixou de recolher. Ela é bastante monitorada, se houvesse alguma irregularidade seria apontada", explica o presidente.

 

Na sessão, Dilmar Dal Bosco questionou o motivo pelo qual a empresa não pagou Fethab entre 2015 e 2018, ao que a testemunha respondeu que o recolhimento nunca foi interrompido e que não sabe de onde saiu essa informação.

 

O deputado Nininho (PSD) questionou o presidente sobre denúncia recebida de que a Ammagi recolhia imposto do produtor, mas não repassava ao governo. "Não há isso. A empresa é obrigada a recolher do produtor e repassar para o governo. Como disse, a Amaggi é muito visada e se tivesse fazendo isso, já teria tido problemas lá atrás", esclarece.

 

Carvalho enfatiza o grande volume de imposto pago pela produção e comercialização. Em 2019, já foram pagos R$ 125 milhões de Fethab.


Fonte: Gazeta Digital

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