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Governador descarta reduzir ICMS sob a conta de energia

Tchélo Figueiredo/Secom-MT

Tchélo Figueiredo/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (DEM) disse que, neste momento, não há como reduzir os percentuais de ICMS cobrado nas contas de energia em Mato Grosso. Segundo o governador, a atual situação financeira do Estado impede que se faça renúncia de receita. 

 

A população se assustou as contas de energia de setembro e outubro e até uma CPI foi aberta na Assembleia Legislativa para investigar os altos preços. A "CPI da Energisa" teve sua primeira reunião na quarta-feira (24). 

 

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"Se o que o Estado arrecada no mês não dá para pagar as despesas, como é que vamos diminuir a arrecação?", questionou Mendes. 

 

O governador comentou que numa hipótese disso ocorrer teria que ser reduzido salário do servidor, por exemplo.

 

"Será que a Assembleia está disposta a diminuir seu duodécimo? Será que a população está disposta a ter menos policiais nas ruas? Diposta a ter menos carros de polícia na rua? Pra gente dimunir receita é preciso diminuir despesa primeiro, não tem dinheiro para pagar conta, é preciso que apontem onde podemos cortar além daquilo que já fizemos", destacou. 

 

Em Mato Grosso, o ICMS não é cobrado para quem consome até 100 kWh, de 101 a 150 kWh é de 10%, 151 a 200 kWh é de 15%, de 201 a 250 kWh é de 17%, de 251 a 500 kWh é de 25% e acima de 500 kWh é de 27%.

 

 


Fonte: Gazeta Digital

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