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Saiba como economizar com tarifas de conta corrente e cartão

Para manter uma conta corrente aberta ou cartão de crédito, é comum que os consumidores paguem taxas de manutenção, que variam de acordo com o pacote de serviços ofertados. Segundo pesquisa do Guiabolso, o brasileiro gastou, em média, R$ 700 com este tipo de tarifas em 2019.

 

A pesquisa aponta que, no ano, foram gastos R$ 375,97 para manter a conta corrente ativa, R$ 339,34 de anuidade de cartão de crédito, R$ 159,38 com transferências bancárias (TED ou DOC), R$ 34,92 com tarifas de saque e R$ 6 com extratos bancários.

 

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O professor de Economia da FAAP (Faculdade Armando Alvares Penteado) Johnny Silva Mendes afirma que dificilmente os clientes usem todos os serviços pelos quais pagam.

 

O diretor de Produto e Tecnologia do Guiabolso, Julio Duram, afirma que, muitas vezes, os consumidores não sabem quais as características dos pacotes de serviços contratados.

 

Duram recomenda que, na hora de contratar um serviço, o consumidor avalie qual seu perfil de movimentação bancária e se informar a respeito dos pacotes de cada um dos bancos. Segundo o especialista, para alguns valerá mais pena contratar um pacote mais completo, enquanto para outros será mais interessante utilizar o pacote básico, gratuito, e pagar pelos serviços extras a parte – confira o pacote sem custos que deve ser oferecido por todas as instituições financeiras.


Após a análise do perfil, o consumidor deve pesquisar os preços ofertados por cada uma das instituições financeiras. “Os bancos são obrigados a explicitar todos os pacotes. Se você tiver iniciativa você resolve rápido, às vezes dentro do próprio banco” afirma Duram.

 

A Febraban e o Banco Central disponibilizam uma lista com as taxas praticadas pelas instituições.

 

Para Mendes, a cobrança se torna uma oportunidade para as fintechs atuarem no mercado financeiro, já que muitas não cobram taxas de manutenção de conta e anuidade de cartão.

 

“Há uma curva de aprendizagem e oportunidade de negócios”, afirma. No entanto, Mendes alerta que é importante pesquisar a respeito das fintechs antes de utilizar os serviços. “É só tomar cuidado para identificar quais as fintechs tem o FGC (Fundo Garantidor de Crédito)".

 

“É questão de parar e negociar sempre”, diz, ressaltando o poder de barganha que os clientes possuem devido a alta concorrência.


Fonte: Gazeta Digital

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