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Fávaro nega complô e diz que rito que tirou Selma teve ampla defesa

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Sentado na cadeira de senador por Mato Grosso, no lugar que já foi ocupado por Selma Arruda (Podemos), o senador Carlos Fávaro (PSD) disse que a juíza aposentada teve amplo direito de defesa e negou que tenha feito complô patrocinado pelo megaempresário, Eraí Maggi, primo do ex-governador Blairo Maggi (Progressistas), como foi denunciado pela ex-senadora. 

 

"Não existe complô, não tem nada disso, eu confio na Justiça, eu estou há um ano sem dar entrevistas, eu confio na Justiça, eu confio no Brasil. Não quero ser comentarista de decisão judicial, toda a ampla defesa foi garantida no processo, cujo autor da ação foi o Ministério Público Federal, não quero ficar falando de passado", disse. 

 

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Destacou que a lei é clara e está para ser cumprida por todos. "Não existe complô! A lei está aí pra mim, pra você e pra todos os brasileiros, cada um cuide dos seus atos e de suas responsabilidades", destacou.

 

O senador disse que não cabe a ele ficar analisando ou comentando decisão judicial. "eu não vou ficar olhando pro passado e nem debatendo decisão judicial, não cabe a mim ficar justificando decisão judicial", finalizou sobre o assunto.      

 

Entenda o caso

 

A ex-senadora Selma Arruda (Podemos) divulgou um vídeo em suas redes sociais na sexta-feira (17) em que se coloca como vítima e perseguida por setores da política e empresários do estado.

 

 

Selma também disparou contra o agora senador Carlos Fávaro (PSD). Segunda ela, Fávaro fez de tudo para tira-lá do poder e que conseguiu graças ao apoio que recebeu do megaempresário Eraí Maggi, primo do ex-governador Blairo Maggi (Progressistas).

 

"Hoje eu estou aqui lamentando muito essa situação que Mato Grosso vive, hoje tomou posse no Senado Federal o Carlos Fávaro que não foi eleito pelo povo e que se ultilizou de muitos subterfúgios ilícitos para chegar até onde chegou", disse.

 

Cassação

Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou o mandato de Selma Arruda por caixa 2 e abuso de poder econômico durante a campanha para o Senado em 2018. A condenação foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Veja vídeo em que a ex-senadora faz uma série de acusações


Fonte: Gazeta Digital

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