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Eleição para reitoria divide opiniões e coloca IFMT entre a cruz e a espada

Ascom/Reitoria/IFMT

Ascom/Reitoria/IFMT

A eleição para nova reitoria do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) tem dividido opiniões. Programado para ser realizado neste ano, o pleito que definirá a nova gestão está sendo colocado em discussão por conta do formato da votação diante da impossibilidade de participação presencial neste momento de pandemia.

 

De um lado, uma grande maioria defende que a eleição siga o calendário e seja realizada neste ano de forma virtual. Contudo, há também um grupo que deseja adiar o pleito para que o processo eleitoral só seja cumprido em um pós-pandemia.

 

Na primeira opção, o empecilho descansa no fato de que o engajamento no pleito seja prejudicado por conta de uma menor participação da comunidade acadêmica, uma vez que as atividades presenciais estão suspensas. Já do outro lado, a segunda proposta abriria a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenha tempo de editar uma nova medida provisória e decida quem assumirá a nova gestão.

 

Defensor do primeiro caminho, o atual diretor do IFMT Bela Vista, Deiver Alessandro, tenta uma aproximação com deputados da ala bolsonarista para ser eleito, no futuro, pelo presidente ao cargo de reitor da instituição.

 

Opositor de Alessandro, Julio Santos defende a realização do pleito neste ano, por meio das plataformas virtuais. Pré-candidato vê que, caso o engajamento na eleição seja menor, o resultado da disputa será mais fideldigno do que se a decisão for tomada de maneira externa, pelo presidente, por exemplo.


Fonte: Gazeta Digital

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