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Mauro Mendes volta chamar Emanuel de malandro e 'prevê' sua prisão

Mayke Toscano/Secom-MT

Mayke Toscano/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a criticar o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), candidato à reeleição.  "Ele está fazendo muita malandragem e malandro vai acabar parando na cadeia. E escrevam aí, que um dia vai para cadeia", disse o chefe do Executivo, nesta quarta-feira (30), durante a entrega da reforma do prédio da secretaria de Estado de Educação (Seduc).  

 

A reação de Mendes ocorreu após Emanuel Pinheiro ter acionado a executiva nacional do MDB para denunciar um suposto uso das Delegacias Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) e de Combate a Corrupção (Deccor) por parte do governo para atingir o prefeito.  

 

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Mendes afirmou que todo mundo conhece o suposto envolvimento de Emanuel com atos de improbidade e corrupção.  Ele citou o "Caso do Paletó" e delações em que Emanuel é citado, com a do ex-governador Silval Barbosa, do ex-deputado José Riva e do ex-secretário Pedro Nadaf. "Três secretários afastados por corrupção e tem uma fila de processos no Ministério Público correndo contra ele".  

 

"Ele acha que todo mundo é besta. Como dizia um ex-amigo meu, que ninguém é bobó cheira-cheira, que vai cair nessa conversinha dele, que está sendo perseguido", completa.  

 

Emanuel Pinheiro já havia denunciado na Assembleia Legislativa um suposto uso da Delegacia Fazendária contra ele, em 2019.  Diante do pedido de Emanuel, o MDB recorreu à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que apure o caso.  

 

“Recebemos, por delegação da OAB Nacional, pedido do MDB Nacional para que os fatos denunciados pelo Prefeito Emanuel fossem acompanhados pela OAB/MT. Diante disso, solicitei informações da Assembleia Legislativa sobre às providências que ela tomou até o momento. Da mesma maneira, encaminhei todos os fatos narrados pelo prefeito (Emanuel Pinheiro) ao Ministério Público (MP) para que eles  possam tomar às providências cabíveis, sendo possível a instauração de uma investigação ou  uma oitivas dos dois delegados”, disse o presidente da OAB em Mato Grosso, Leonardo Campos.


Fonte: Gazeta Digital

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