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Topíssima 16.09.2019 | 10h13

Fábio Beltrão comenta persoangem 'Mão de Vaca' em novela

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Reprodução

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Os conflitos enfrentados pelo personagem Mão de Vaca devido à falta de afeto do pai têm emocionado o ator Fábio Beltrão nos bastidores de Topíssima.

 

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A ausência paterna é um tema que o artista precisou lidar ainda na infância na vida real. Aos quatro anos de idade, Fábio Beltrão perdeu o pai em decorrência de complicações no fígado. Atualmente, ele não só aprendeu a resignificar a dor como a emprestá-la ao personagem, principalmente nas cenas em que Mão de Vaca confronta Pedro (Felipe Cardoso) por tê-lo abandonado.

 

Em entrevista ao site oficial, Fábio Beltrão, carinhosamente chamado de Binho pelos colegas, disse considerar enriquecedora a possibilidade de preencher o personagem com vivências pessoais.

 

"Acho que só fortalece a minha verdade, o trabalho e a energia em cena. Quando existe um acervo pessoal que tem relação com o personagem é muito enriquecedor. Já tem um lugarzinho onde se pode buscar uma emoção, uma lembrança. Acredito que a memória deve sempre acompanhar o trabalho do ator".

 

Ao analisar a história do personagem, Fábio Beltrão disse acreditar que Mão de Vaca carrega traumas por conta do afastamento do pai e, até por isso, o rapaz tenta investigar paralelamente os traficantes da Veludo Azul na novela.

Para Fábio, a intenção do personagem com tal atitude é de se aproximar do pai, que é policial.

 

"É um buraco grande a questão da paternidade. Por mais que Mão de Vaca mostre que não está nem aí, acho que fica muito claro na questão da investigação [da Veludo Azul] que ele tenta chamar a atenção do pai."

 

Apesar de não ter vivido uma situação de abandono, o ator contou que se identifica com a trama do personagem. Assim como na novela a figura paterna de Mão de Vaca é ocupada pelo tio Dagoberto (Kadu Moliterno), Fábio disse ter encontrado no avô a mesma referência na vida pessoal.

 

"Eu cresci com um apoio surreal do meu avô, que foi um segundo pai. Realmente., nada me faltou porque sempre tive uma família incrível que me deu tudo. Mas é óbvio que a questão do pai faz falta. A figura paterna em si, não o amor.  Aquela palavrinha "pai" não fez parte da minha. Cresci sem ter essa palavra presente".

 

Sem esconder a emoção, Fábio contou que o maior sonho dele é ser pai:

"Quero ser um paizão, porque, infelizmente, não tive a oportunidade de ter meu pai presente", finalizou.

 
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