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Gastronomia - A | + A

21.05.2020 | 09h02

Tempo de apreciar um bom café

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Rita Comini

Otmar Oliveira

Otmar Oliveira

No próximo domingo, 24 de maio, comemora-se o Dia Mundial do Café. E nem é preciso esperar até lá para degustar uma saborosa xícara da bebida que é a mais consumida do mundo depois da água.

 

Versátil, o café combina com muita coisa: pode ser misturado com leites, bebidas alcóolicas, servido quente ou frio, utilizado como ingrediente em preparos salgados e doces. A diversidade de grãos e diferentes formas de torrar e moer permitem uma enorme variedade de sabores e intensidades para agradar aos mais diversos paladares.

 

A barista Vanessa Vilá de Arruda, do Amado Grão, cafeteria em funcionamento em Cuiabá desde dezembro de 2018, destaca que estamos vivendo um momento propício para degustar um bom café.

 

Segundo ela, o segredo de um bom café começa na escolha de um produto de qualidade, que tenha uma torra correta, não seja carbonizado. Consiste ainda em uma água boa, de qualidade e na escolha do método de preparo que a pessoa goste, que mais a agrade. “O melhor café e o que dá prazer para a pessoa. Prazer de preparar, de sentar para tomar”, resume.

 

No Amado Grão, são comercializado apenas cafés especiais de diferentes regiões produtoras do Brasil. São aproximadamente 30 cafés, todos da espécie arábica, mas de diferentes variedades. “Nosso diferencial é que, além de trabalhar com cafés especiais, a gente torra o café. Então é um café de torra fresca, torrado toda semana”, ressalta.

 

Os cafés do Amado Grão são oriundos de Minas Gerais (Alto Caparaó); Espírito Santo (Vale do Caxixe) e da Bahia (região de Piatã, que é na Chapada Diamantina).

 

Com as portas fechadas há praticamente 60 dias, o Amado Grão está operando somente às quartas-feiras, das 14h às 17h30, mas só em sistema pegue e leve. “A pessoa vai lá só para buscar a encomenda feita de bolo, salgados e bebidas quentes ou frias. Os pacotes de café não precisa encomendar, basta dizer se quer moído ou em grão”.

 

Vanessa conta que escolheram algumas bebidas quentes e outras geladas que se comportam bem em embalagens de viagem. As pessoas pedem e ela prepara na hora. “A gente atende um a um, todo mundo com máscara e com toda prevenção”, enfatiza.

 

Tem ainda o capuccino, que é muito pedido e a soda italiana, que também tem bastante saída.

 

Sobre os bolos e salgados, Vanessa diz que fizeram a opção de continuar com as receitas da casa, os bolos que os clientes já estão acostumados - de limão, flor de laranjeira, fubá com calda de goiabada, o indiano, de maçã com canela e mel, de cenoura com gota de chocolate. “Só que estamos fazendo em tamanhos diferentes. O cliente continua podendo encomendar o bolo inteiro, grande, mas fizemos a versão menor, de 350g que ficam a pronta entrega”. Além dos bolos, tem o pãozinho de canela (cinnamon roll) que também é um queridinho da clientela e os salgados (calzones, esfirras, empanadas e empadas).

 

Perguntada se dá para tomar um bom café em casa, Vanessa responde com um sonoro “simmmm”, mas acrescenta que muita gente tem medo de fazer café. Ela garante que é só começar com a proporção de 10g de pó para 100 ml de água.

 

Segundo ela, nesses tempos de pandemia, um cafezinho vai bem. “Estamos tendo mais tempo e a possibilidade de confraternizar com os familiares. Até mesmo as pessoas que estão isoladas, sozinhas em casa, estão tendo tempo de parar e preparar seu alimento, parar, apreciar a bebida, o preparo, que não deixa de ser um ritual.” Ela lembra que na correria, todo mundo tomava café de qualquer jeito, no automático e agora dá para apreciar a bebida.

 

“Aquele momento café nunca foi tão valorizado como agora. A gente pode colocar um forrinho numa mesa, pegar uma caneca, uma xícara, bater papo, colocar a conversa em dia. Acho que nessa pandemia muita gente vai aprender a fazer café”, finaliza em tom de brincadeira.

 

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