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dc comics 06.02.2020 | 14h33

'Aves de Rapina' estreia nas telonas com Arlequina e grupo de mulheres poderosas

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Luiz Fernando Vieira

luferna@gazetadigital.com.br

Divulgação

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Apersonagem Arlequina, interpretada por Margot Robbie, foi o maior destaque de Esquadrão Suicida (2016), de David Ayer. Nada mais natural, então, que ela acabasse ganhando um filme para brilhar ainda mais. E a anti-heroína chega aos cinemas, nesta quinta-feira (6), acompanhada de outras mulheres poderosas para formar um pouco convencional Aves de Rapina, grupo clássico da DC Comics comandado originalmente pela Batgirl. Outra dica na telona para hoje é conferir o elogiado O Desejo da Minha Alma, em exibição no Sesc Arsenal.

 

Aves de Rapina - Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa é um conto distorcido contado pela própria Arlequina (Harley Quinn), como somente a própria pode contar. Quando o vilão mais narcisista de Gotham, Roman Sionis (Ewan McGregor, de Doutor Sono e Trainspotting), e seu zeloso braço direito, Victor Zsasz (Chris Messina, de Argo e Objetos Cortantes), têm como alvo uma jovem chamada Cassandra “Cass” Cain (Ella Jay Basco), a cidade fica de cabeça para baixo procurando.

 

É aí que entra em campo o grupo formado por Arlequina, Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead, de 10 Cloverfield Lane e Fargo) e a policial Renée Montoya (Rosie Perez, de Fearless e A Escolha Perfeita 2). O improvável quarteto acaba se formando para combater esse perigoso criminoso que começa a causar destruição em Gotham.

 

Aves de Rapina é uma produção repleta de mulheres fortes e roteiro feminista, capitaneado pela diretora Cathy Yan (Dead Pigs, According to My Mother). As antiheroínas usam roupas condizentes com as personagens e não passam por cenas “reveladoras”. Um contraponto para Esquadrão Suicida, filme dirigido por David Ayer que também conta com Arlequina como uma das principais estrelas, bastante criticado pelos closes considerados inapropriados e roupas provocativas.

 

Cathy Yan dirigiu a partir do roteiro de Christina Hodson (Bumblebee), baseado nos personagens clássicos da DC Comics. Margot Robbie também produziu o longa ao lado de Bryan Unkeless e Sue Kroll. Os produtores executivos são Walter Hamada, Galen Vaisman, Geoff Johns, Hans Ritter e o próprio David Ayer.

 

A classificação indicativa é 16 anos, por conta das cenas que contém drogas, violência extrema e linguagem imprópria.

 

Autobiográfico
O CineSesc do Arsenal exibe hoje, às 19h30, o filme japonês O Desejo da Minha Alma, primeiro longa de Masakazu Sugita, que recebeu a Menção Especial na Mostra Generation do Festival de Berlim 2014. Na história, um forte terremoto atinge o Japão, destruindo mais do que apenas casas. Os mortos são enterrados e os sobreviventes são deixados entre as ruínas. Após o desastre, Haruna e seu irmão Shota vão morar com seus tios. Apesar dos tios serem amorosos e cuidarem bem das crianças, elas estão longe da felicidade.

 

A emoção e a beleza do filme trazem a dura realidade vivida pelo diretor Sugita, que aos 14 anos vivenciou o grande terremoto de Hanshin, em 1995.

 

“Aconteceram coisas na minha frente que eu jamais poderia imaginar e tudo parecia tão surreal. Fiquei ali, sem poder fazer nada, apenas olhar”, revelou o cineasta. Mais tarde, em março de 2011, nova tragédia assolou o país, com o grande terremoto do Leste do Japão. 

 

“Via aquele Tsunami negro engolindo a cidade e, de novo, eu só pude olhar, sem fazer nada. Me senti sem forças e culpado por não ter feito nada para ajudar. Eu acho que este sentimento não era apenas meu, mas de todo o país”, lembrou. Depois de ter vivenciado estes dois grandes desastres, Sugita enfrentou o desafio e transformou todo aquele sentimento de dor e culpa neste tocante filme.

 

Sugita nasceu em 1981, no Japão. Estudou no Visual Concept Planning Department, na Osaka University of Arts, dirigiu alguns curtas-metragens, que foram selecionados para diversos festivais, e também trabalhou com os diretores japoneses Junji Sakamoto, Nobuhiro Yamashita e Tatsushi Ohmori.

 

A sessão é gratuita e a classificação indicativa é 12 anos.

 

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