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Estilos e origens 10.11.2018 | 08h00

Chapada dos Guimarães recebe o Geodésica In Blues Festival

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Luiz Fernando Vieira

luferna@gazetadigital.com.br

Divulgação

Fidel Fiori

 Fidel Fiori está entre entre os talentos regionais

O sábado (10) em Chapada dos Guimarães será dedicado ao “pai” de gêneros como Jazz, Soul, Disco, Rock n’ roll. A cidade serrana recebe hoje a terceira edição do Geodésica In Blues Festival, que reúne alguns dos maiores talentos do Blues da atualidade no país com apoio da Cultura FM 90.7. Será um evento ainda maior que os anteriores, numa estrutura montada na Praça Dom Wunibaldo, no Centro da cidade.

 

Os organizadores estimam que serão 16 horas de evento, com intervenções e performances surpresa, num grande intercâmbio de estilos e origens, com a participação de músicos locais e convidados de outros estados. A 3ª edição traz, por exemplo, um dos grandes nomes do blues na América do Sul, Décio Caetano (PR). São mais 30 anos de carreira, com o blues de Chicago correndo nas veias.

 

O músico já lançou 12 álbuns, 2 DVDs, tem passagens por 17 países e shows com mais de 80 nomes do blues internacional. Recém-contratado pela Sony Records, passa em Chapada dos Guimarães às vésperas de embarcar para a Turnê 2019 pela Europa e Estados Unidos.

 

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João Fortes

João Fortes é outro nome de peso que toca no festival

Outra presença ilustre é de João Fortes, que nasceu em Cuiabá, cresceu no Paraná, e foi para os EUA em 2014. Lá teve a honra de conhecer o astro Buddy Guy e dividir palco com vários artistas de blues como: Li’l Ed, Claudette Miller, Omar Coleman, e outros. Foi o último gaitista a tocar com James Wheeler no tradicional Rosa’s Lounge, antes de sua morte naquele ano.

 

Aqui no Brasil, realizou grandes shows com fortes nomes do blues mundial, tocou ao lado de: Lurrie Bell, Jimmy Burns, Bob Stroger, J.J. Jackson, Anika Chambers, J.C. Smith, Sherman Lee Dixon, assim como grandes nomes do blues nacional: Décio Caetano, Luke de Held, Cristiano Crochemore, Robson Fernandes, Isaac Abeche, Igor Prado, Neto Rockfeller, Uirá Cabral, Alamo Leal.

 

Mato Grosso também estará muito bem representado no festival com nomes como Fidel Fiori & Blend Blues Trio, que traz ainda Danilo Bareiro e Thiago Costa. Reconhecidos por seu talento e profissionalismo, na bagagem trazem dezenas de trabalhos produzidos com diversos artistas regionas e nacionais, são referências para todas as gerações de músicos locais, vão do blues ao jazz com extrema maestria, passando pelo pop, rock e MPB.

 

Recém-chegados do Bonito Blues & Jazz Festival, Allan House & Mississipi Jr. chegam para encantar o público com clássicos de ícones como Charley Patton, Son House, Willie Dixon, Muddy Waters, Little Walter, entre outros. Já o Stone Flower Blues é um projeto que tem na sua base o Blues tradicional e moderno, trazido do Sul do país pelo gaitista catarinense Robson Resner. A diva Camila Fidelis empresta toda a sua energia e potência vocal para garantir um espetáculo de muita categoria e fineza, completado com as harmonias das cordas que o guitarrista Fabrício Pimenta imprime nos arranjos.

 

Considerado “a jóia do blues mato-grossense”, Silver Guy é influenciado pelo gênio Buddy Guy e produz um show com repertório que vai do Slow Blues, passando pelo Shuffle tradicional e com boas pitadas do Funk e Soul característicos do blues de Chicago. Vem para a sua estreia em um festival de blues, e será a grande surpresa revelação desta edição.

Formada em março de 2016, com intuito de executar um tipo de som experimental com traços de improvisação, sob forte influência do Blues, Jazz e Southern Rock, The Free Blues Band vem de Rondonópolis com a formação em trio: Cesar Ramos (guitarra), Emanuel J. Santos (bateria, harmonica), Felipe Cezar (baixo).

 

Outro momento muito especial será o Tributo a Renato Fernandes que será feito pelo Underground Blues, projeto idealizado pelo reconhecido vocalista Anderson Ramon, com a proposta de formar um repertório exclusivamente de blues nacional. A banda escolheu nomes como Bêbados Habilidosos, Celso Blues Boy, Blues Etílicos, entre outros, para oferecer o blues brazuca servido na mesa de bar com uma boa bebida.

 

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The Stone Flower

The Stone Flower pormoete excelente performance no palco

Os integrantes que completam a formação são vindos de outras formações e bandas de Rock, Blues e até baile: Gustavo Farias (guitarrista), Luiz Brizuela (baterista) e Fábio Galvão (baixista). Para a homenagem, o repertório será exclusivamente com obras de autoria do bluesman Renato Fernandes - fundador, compositor e frontman da banda Bêbados Habilidosos -, que lembram a sua trajetória.

 

O programador Luiz Brizuela, que também assina a produção e curadoria do festival, conta que a expectativa é de que o III Geodésica In Blues seja um grande sucesso, pois o line up foi escolhido a dedo para agradar tanto o público cativo do Blues como os de outros gêneros musicais. Segundo ele, a satisfação por realizar o evento é tão grande que já começam a pensar na edição 2019. O trabalho vai ser no sentido de melhorar ainda mais a experiência do público e trazer mais novidades, frisou. “O apoio da rádio foi fundamental e com certeza vai somar muito para a próxima edição”, acrescentou, referindo-se à Cultura FM.

 

Brizuela, que assina a realização com Marcos Sguarezi, entusiasta do blues e criador da Cachaça Geodésica, e Xisto Bueno, grande apaixonado por Jazz, Blues e Rock, também ressalta a importância do festival para a integração do comércio e empresariado de Chapada dos Guimarães. Ele conta que foram muito carinhosos e contribuíram de alguma forma para que o evento chegasse à sua terceira edição em grande estilo. Abraçaram o festival por acreditar na proposta e nos efeitos positivos que trará para a cidade, destacou o curador.

 

A satisfação também fica evidente entre os patrocinadores. O médico Rosário Casalenuovo Jr, diretor clínico do Instituto Machado de Odontologia, destaca o alto nível do Geodésica In Blues e o considera o tipo de evento que tem tudo a ver com Chapada dos Guimarães. Músico e entusiasta dessa manifestação artística, ele diz apoiar o festival por acreditar no potencial turístico da cidade. “O mundo precisa conhecer Chapada, todo brasileiro precisa conhecê-la e esses eventos são importantes para atrair as pessoas”, opinou.

 

O Geodésica in Blues Festival conta ainda com patrocínio da Cruzeiro do Sul Virtual, Imagens Medicina Diagnóstica e Limits.
Serviço - Mais informações sobre o evento no site http://geodesicainblues.com.br.

 

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