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cinema 13.02.2020 | 15h03

Franquia 'O Grito' ganha novo longa que chega às telonas para amantes de terror

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Luiz Fernando Vieira

luferna@gazetadigital.com.br

Divulgação

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Filmes bastante esperados estão entre as estreias desta quinta-feira (13) nos cinemas. A versão liveaction do game da Sega Sonic, que acabou sendo repaginado depois de críticas dos fãs do jogo, é um deles. E tem também um novo capítulo da franquia O Grito, com produção assinada pelo mestre do terror Sam Raimi, que havia participado da criação do primeiro longa, de 2004. Também vale assistir ao premiado Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman, em cartaz no Sesc Arsenal.

 

A expectativa para a estreia de Sonic - O Filme é alta não só entre os milhares de fãs do personagem, mas também entre os admiradores do trabalho do astro Jim Carrey, já que ele interpreta o vilão Dr. Ivo Robotnik no longa. O filme, dirigido por Jeff Fowler, é uma aventura que mistura CGI (computação gráfica) e live-action -como feito em Detetive Pikachu - com baseada na franquia mundial de vídeo game da Sega que conta a história do ouriço azul mais famoso do mundo.

 

O longa segue as ações de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik capture a veloz criatura e use seus poderes para dominar a humanidade.

 

Sonic é a principal franquia da Sega e uma das mais vendidas em videogames. Vários jogos do Sonic aparecem nas listas dos melhores de todos os tempos, e a série influenciou a internet e a cultura popular. O primeiro game do Sonic foi lançado em 1991 para o Sega Genesis, desenvolvido depois que a empresa solicitou um novo personagem para substituir Alex Kidd e competir com o mascote da Nintendo, Mario. Seu sucesso ajudou a Sega a se tornar uma das principais empresas de videogame durante a era de 16 bits do início dos anos 1990.

 

De volta para casa
A versão original de O Grito é o longa japonês JunOn, de 2003, que ganhou remake hollywoodiano no ano seguinte e se tornou um grande sucesso. Na história, em uma determinada casa nasce uma maldição após uma pessoa morrer em um momento de tristeza e terror. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante.

 

O Grito de 2020, dirigido por Nicolas Pesce, não chega como uma reinicialização da série de terror sobrenatural de 2004 e 2006, mas uma sequência derivada que ocorre simultaneamente com os eventos do primeiro filme. O elenco apresenta um conjunto de atores familiares, de Andrea Riseborough e Damian Bichir a John Cho. Ao contrário dos dois filmes anteriores, este filme é classificado como 16 anos devido a muito mais violência gráfica e sangue, além da linguagem e dos temas geralmente perturbadores.

 

Quinze anos se passaram desde que um dos produtores/diretores mais bemsucedidos da América, Sam Raimi (Um Plano Simples, Homem-Aranha, ArrasteMe para o Inferno, Evil Dead), apresentou pela primeira vez o público americano a O Grito. O que animou o produtor a retornar a uma de suas histórias favoritas foi poder fazer uma versão ainda mais pesada e voltada ao grande público.

 

O filme americano de 2004 foi baseado no filme de terror japonês Ju-on: The Grudge, dirigido por Takashi Shimizu, que capturou (e aterrorizou) o público de terror no Japão. O filme era tão popular no Japão que, um ano depois, não só gerou uma sequência, mas interesse de Raimi em ter Shimizu trazêlo para o público americano. Raimi diz que é o momento certo para voltar à franquia, especialmente porque o próprio público há muito vinha se aproximando do cineasta para pedir a volta do personagem em um nível mais assustador ainda.

 

O Preço da Verdade
Em 1891, um ano após o suicídio de Vincent Van Gogh, Armand Roulin encontra uma carta enviada por ele ao irmão, Theo, que jamais chegou a seu destino. Após conversar com o pai, carteiro que era amigo pessoal de Van Gogh, Armand é incentivado a entregar ele mesmo a correspondência. Desta forma, ele parte para a cidade francesa de Arles na esperança de encontrar algum contato com a família do pintor falecido. Esta é a história da animação indicada ao Oscar Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman, que o CineSesc, do Arsenal, exibe hoje, às 19h30, com entrada gratuita.

 

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