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vida 24.10.2019 | 11h52

Tem de tudo um pouco para assistir nesta quinta

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Luiz Fernando Vieira

luferna@gazetadigital.com.br

Divulgação

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Humor negro e documentários obrigatórios na programação audiovisual desta quinta-feira (24). Hoje estreia no circuito comercial a comédia Zumbilândia: Atire Duas Vezes, continuação da louca luta de um grupo nada convencional que virou cult há 10 anos. Também se pode ver, em sessões gratuitas, filmes como José e Pilar, de Miguel Gonçalves Mendes, As Mil Mulheres, de Rita Toledo, e La Historia Oficial, de Luis Puenzo.

 

Dirigido pelo mesmo Ruben Fleischer (Venom, Caça aos Gângsters) do primeiro filme, Zumbilândia: Atire Duas Vezes retoma a aventura depois de uma década prometendo manter o tom de comédia e terror. Os 4 corajosos caçadores de mortosvivos se mudam para o coração dos Estados Unidos enquanto enfrentam ameaças que se tornaram ainda mais perigosas e as dores crescentes de uma família improvisada e irritante.

 

Anos depois de se unirem para atravessar o início da epidemia zumbi, Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) seguem buscando novos lugares para habitação e sobrevivência. Quando decidem ir até a Casa Branca, acabam encontrando outros sobreviventes e percebem que novos rumos podem ser explorados. Desta vez chegam para ajudar na batalha os estreantes Zoey Deutch e Rosario Dawson.

 

Documentários
O Cinesesc, no Arsenal, exibe gratuitamente às 19h30 o filme José e Pilar, de Miguel Gonçalves Mendes, que explora a relação entre José Saramargo, Prêmio Nobel de Literatura em 1998, com sua esposa, a jornalista Pilar Del Rio, através do cotidiano do casal. O ponto de partida do documentário é a A Viagem do Elefante, livro em que o autor português narra as aventuras e desventuras do grande animal transportado da corte de D. João III até a do austríaco Arquiduque Maximiliano.
O diretor Miguel Gonçalves Mendes mostra o dia a dia de Saramago e Pilar em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo. Um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo. Ou, pelo menos, em torná-lo melhor.

 

José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que gênio e simplicidade são compatíveis e um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século 20.

 

Também em sessões gratuitas, é possível ver nesta quinta-feira dois bons filmes no Centro Cultural da UFMT. A Sessão Doc do Cineclube Coxiponés exibe às 14h, na Sala Névio Lotufo, As Mil Mulheres (Brasil, 2018, 85’), de Rita Toledo e Carol Benjamin. Trata-se de um documentário que acompanha o processo criativo de 4 artistas: a muralista uruguaia Fitz Florencia Duran, a performer brasileira Ana Luisa Santos, a cantora brasileira Bia Ferreira e a escritora e artista sino-americana Lena Chen.

 

Elas são inspiradas por histórias de mulheres que enfrentaram situações de violência, medo e opressão e criaram peças e performances exclusivas para o documentário. Entre escolhas, reflexões, falhas e acertos, as artistas revelam como conectam seu universo interior às questões do mundo à sua volta. Ao entrelaçar arte e ativismo, As Mil Mulheres lança luz às diversas faces do feminismo hoje.

 

A curadoria e mediação são de Karine Queiroz e Anna Carolina Melo. A classificação indicativa é 10 anos.
Às 19h acontece a Sessão Cine Debate Latino-americano, organizada pelo Círculos Anônimos da Palavra, com o filme La Historia Oficial (Argentina, 1985, 112’), de Luis Puenzo, com curadoria e mediação de Stephany Paipilla Fernandéz.

 

Em Buenos Aires (Argentina), na década de 1980, Alicia é uma conservadora professora de história casada com Roberto e mãe adotiva da pequena Gaby. Completamente alheia à realidade argentina, Alicia começa a se dar conta dos acontecimentos recentes quando reencontra Ana, uma velha amiga que acaba de voltar do exílio. Sedenta por respostas, ela decide buscar pistas sobre a misteriosa origem de sua filha.

 

Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, o drama retrata bem o sistema político da época, a repressão e a consequente violação dos direitos humanos, que são tratados por meio das dúvidas de uma mulher de classe média que suspeita que a criança adotada por ela e pelo marido pode ser filha de alguma desaparecida política. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é 13 anos. (Com assessoria)

 

Leia mais sobre Variedades na edição do Jornal A Gazeta.

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