reviravolta 25.02.2022 | 14h47
Foto: Reprodução/RecordTV
O Cidade Alerta acompanhou a reviravolta no caso do menino João Wesley, de 10 meses, que teria sido espancado até a morte pelo próprio pai. A defesa de Everton dos Santos, de 26 anos, que está preso, diz que tem provas de que foi a mãe do menino, Emily Amanda, de 21 anos, que matou o bebê. Entenda.
João Wesley foi levado desacordado ao pronto-socorro pelos pais. Segundo a versão deles, a criança tinha passado mal depois de tomar uma mamadeira. Na certidão de óbito, a causa da morte foi lesão cranioencefálica, por ação de objeto cortante.
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Após investigações, Everton dos Santos, pai de João, foi preso pela morte do filho no dia 5 de maio. Ele estava com a esposa em uma loja de conveniência em Curitiba (PR). Emily chegou a ser apreendida por omissão, mas agora cumpre em liberdade.
Segundo o advogado de Everton, Rodrigo Costa, há provas que comprovam que Emily matou o próprio filho. A defesa do pai de João Wesley diz que a causa da morte pode ter sido a síndrome do bebê sacudido — que é quando a criança é chacoalhada com força suficiente para que o cérebro bata na caixa craniana.
"Eu mesma presenciei ela chacoalhando o neném", disse Márcia dos Santos, avó paterna de João Wesley.
A investigação encontrou pesquisas suspeitas no celular de Emily, que teria procurado por: "Laudo IML", "resultado laudo necropsia", "advogados", "como saber se tem previsão preventiva decretada", "caso Henry" e "Mãe de Henry Borel".
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