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11 anos de idade 13.08.2020 | 14h41

Criança que comeu marmita envenenada tem melhora mas não reconhece família

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Reprodução/Record TV

Reprodução/Record TV

Fábio Abraão Jorge de Araújo, de 11 anos, uma das pessoas que comeu as marmitas envenenadas em São Paulo, teve uma pequena melhora. Segundo a família, o menino já consegue abrir os olhos e mexer um pouco os pés e as mãos, mas ainda não consegue falar e nem reconhecer as pessoas.

 

Fábio permanece internado no quarto do Hospital Geral de Pirajussara, na manhã desta quinta-feira (11), em estado estável. Um eletroencefalograma, exame de rotina no tratamento, foi feito na manhã desta quarta-feira (12).

 

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Na tarde de terça-feira (11), o menino fez uma ressonância magnética do crânio para auxílio no diagnóstico da parte cognitiva, principalmente de reconhecimento. As informações foram confirmadas por Flávio Araújo, pai do menino.

 

O caso

Vagner Aparecido Gouveia de Oliveira, de 37 anos, e José Araujo Conceição, de 61 anos, morreram após comerem uma marmita que estaria contaminada em um posto abandonado na Avenida Rubens Carmez, na altura do número 1600, em Itapevi, na Grande São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira (22).

 

A adolescente Jeniffer Naiara Cardoso Romano, de 17 anos, e Fábio Abraão Jorge de Araújo, de 11 anos, também comeram as marmitas e foram internados. Jeniffer recebeu alta na noite do dia 26 e foi já está em casa.

 

Agda, quem fez a comida das marmitas, afirmou que ela e sua família, que comeram os alimentos não passaram mal. A mulher disse também que não reconheceu os pontinhos pretos que foram encontrados na refeição como sendo um tempero. Um cachorro, que estava com as vítimas, também comeu o alimento envenenado e faleceu.

 

Após ouvir 14 depoimentos, entre familiares, testemunhas e pessoas que estavam no posto no dia da morte, a polícia acredita que Vagner era o alvo e que as marmitas que ele recebeu foram contaminadas no intervalo de tempo entre a entrega pelos voluntários e o momento em que as vítimas se alimentaram.

 

Imagens de uma câmera de segurança mostram a chegada de voluntários ao local na mesma noite para fazer a entrega das marmitas.

 

O laudo divulgado pela polícia confirma que as marmitas foram envenenadas com chumbinho. A Polícia Civil de Itapevi investiga a possibilidade de as marmitas terem sido envenenadas por vingança.

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