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mais 10 vitimas 14.07.2022 | 19h00

Delegada diz que conversou por telefone com paciente abusada por anestesista: "Muito abalada"

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Reprodução/Record TV Rio

Reprodução/Record TV Rio

A paciente abusada sexualmente pelo médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, no último domingo (10), enquanto estava sedada durante o parto no Hospital da Mulher, na Baixada Fluminense, conversou, por telefone, com a  delegada Bárbara Lomba, da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de São João de Meriti, responsável pela investigação.

 

"Quis falar com ela mais para prestar solidariedade e dizer a ela que se sinta protegida, que não será exposta e que o agressor está preso. E nós vamos fazer tudo o que for possível para terminar a investigação e comprovar esse crime. Então, a tranquilizei nesse sentido. Perguntei como ela estava, como estava o filho. Ela chorou, se emocionou, disse que está muito abalada psicologicamente, claro, mas se colocou à disposição. O filho está bem", disse Bárbara aos jornalistas.

 

De acordo com a delegada, ainda não há data prevista para os depoimentos da paciente e do marido dela à polícia. É possível que o casal não seja ouvido na Deam, onde a investigação é conduzida, para que todos sejam preservados.

 

A polícia já sabe que o marido da vítima foi retirado da sala de cirurgia após o nascimento do bebê. Segundo a delegada, o anestesista se aproveitou deste momento para estuprar a vítima.

 

Possíveis vítimas prestam depoimento hoje

 

A polícia espera tomar o depoimento, hoje, de duas mulheres que podem ter sido vítimas do anestesista também no dia 10 de julho.  As pacientes foram atendidas no centro cirúrgico antes de a equipe de enfermagem do hospital conseguir registrar em vídeo o flagrante de estupro na terceira cirurgia do plantão.

 

"Já temos informações de que elas foram sedadas, possivelmente desnecessariamente", informou a delegada.

 

A Delegacia de Atendimento à Mulher analisa cerca de 30 casos de pacientes que foram atendidas pelo anestesista Giovanni Quintella. Além do flagrante que resultou na prisão do médico, ao menos cinco são investigados como possíveis vítimas de estupro. Três mulheres já foram ouvidas, segundo a delegada Bárbara Lomba.

 

O médico anestesista está preso preventivamente em Bangu 8, na zona oeste da capital, em uma cela individual, após ter sido hostilizado por outros detentos na chegada ao presídio. 

 

O R7 não conseguiu localizar a defesa de Giovanni Quintella Bezerra desde que o advogado Hugo Novaes deixou o caso. 

A Secretaria Estadual de Saúde declarou, por meio de nota, que a paciente recebeu apoio do hospital e orientações e medicações que compõem o protocolo para vítimas de violência sexual.

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