lesão corporal 11.08.2022 | 09h41
Reprodução/Redes Sociais
O policial militar Henrique Velozo, suspeito de atirar e matar o lutador de jiu-jítsu Leandro Lo, foi acusado de agredir uma mulher em Caraguatatuba, no litoral paulista, em fevereiro de 2020.
Segundo informações da SSP (Secretaria da Segurança Pública), o caso foi registrado como lesão corporal pela Delegacia de Caraguatatuba e como calúnia no 2º Distrito Policial de São Sebastião, também no litoral. "Na ocasião, as partes envolvidas na ocorrência não ofertaram representação criminal", informou em nota.
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O tenente também idealizou um projeto da corporação, em 2019, chamado Segunda Força, que tinha como objetivo ensinar artes marciais a mulheres para que pudessem se defender em episódios de violência doméstica.
Na ocasião, ele afirmou que decidiu aliar os conhecimentos de defesa pessoal à inteligência emocional: "Entendi que isso poderia aprimorar a defesa".
O caso
Henrique Velozo passou por audiência de custódia na segunda-feira (8) no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital, e o juiz entendeu que ele devia permanecer preso pela morte do lutador. O tenente foi encaminhado para o presídio Romão Gomes.
Leandro Lo teve morte cerebral confirmada após ter sido baleado na cabeça pelo PM durante um show no Esporte Clube Sírio. Segundo a mãe da vítima, Fátima Lo, o tenente, por ser lutador de jiu-jítsu, conhecia Leandro. Os familiares suspeitam que Henrique tinha a intenção de provocar a vítima e agiu de forma premeditada.
Condenação
Segundo o TJM (Tribunal de Justiça Militar), o policial estava de folga quando agrediu com socos o companheiro de farda Flávio Alves Ferreira, que trabalhava na madrugada de 27 de outubro de 2017.
Henrique Velozo e o primo Lury Oliveira Nascimento frequentavam a casa noturna The Week. Um grupo de sete pessoas começou a discutir com Iury e, em determinado momento, partiu para cima da vítima e de Henrique. Ambos ficaram feridos.
Os envolvidos foram expulsos da balada, e a Polícia Militar, acionada. O policial Flávio Alves Ferreira, que estava atendendo a ocorrência, se afastou, com um braço, de Henrique, que desferiu um soco no rosto dele. O policial de folga, que aparentava estar embriagado, também desacatou outros policiais no local. Velozo foi condenado a cumprir nove meses em regime aberto.
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