OBSERVATÓRIO EUROPEU 12.11.2023 | 07h00

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Pesquisa do observatório europeu Copernicus, divulgada na quarta-feira (8), mostrou que o ano de 2023 vai terminar como o mais quente dos últimos 125 mil anos, no mundo todo. Em Mato Grosso, por exemplo, Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e Defesa Civil alertaram para onda de calor com 5ºC acima da médica. Capital foi a mais afetada, chegando a registrar máxima de 44ºC.
Observatório informou que a temperatura média do ar na superfície foi de 15,30ºC e 0,85ºC acima média para o mês de outubro de 1991-2020 e 0,40ºC acima da temperatura do outubro mais quente, batendo o recorde de 2019.
Conforme o Copernicus, o recorde foi batido com uma larga diferença de 0,4ºC. Portanto, faltando um pouco mais de um mês para encerrar o ano, 2023 já está comprovado o mais quente de 125 mil anos, com o estudo.
Leia também - Cuiabá e interior têm alerta de calor 5°C acima do normal
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o extremo calor vem do fenômeno climático El Niño deve durar ao menos até abril de 2024. Isso porque o fenômeno se desenvolveu rapidamente em 2023 e pode atingir seu pico no primeiro semestre do próximo ano.
O observatório europeu especificou que, globalmente, outubro de 2023 foi:
• 0,85ºC mais quente do que a média de 1991-2020 para outubro
• o outubro mais quente já registrado, 0,40°C mais quente que outubro de 2019, o segundo outubro mais quente
• mais anômalo em termos de calor do que qualquer mês de qualquer ano no conjunto de dados ERA5, exceto setembro de 2023.
• cerca de 1,7°C mais quente do que as estimativas da média pré-industrial para 1850-1900.
Calor extremo em Cuiabá
Essa semana, Cuiabá e outros 89 municípios tiveram alerta da Defesa Civil e Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Alerta amarelo é de onda de calor, com risco à saúde.
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Silvio pena - 12/11/2023
Discordo totalmente. Por volta de 122 a 123 mil anos atrás, teve Dias muito mais quente, tinha que usar um ventilador pra esfriar o outro.
Tiago - 12/11/2023
Bela reportagem para mostrar que essa conversa de desmatamento e aquecimento global é a baboseira só seculo.
2 comentários