APÓS CASO EM CUIABÁ 20.04.2026 | 18h20

aparecido@gazetadigital.com.br
Tonico Pinheiro/Secom-MT
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) defendeu o modelo cívico-militar como “remédio eficaz” para combater a violência dentro de escolas estaduais. O comentário foi feito em comentário à situação de desrespeito à professores, agressões contra funcionários e brigas entre alunos da Escola Estadual Doutor Estevão Alves Corrêa, do bairro Tijucal, em Cuiabá. O caso foi noticiado em primeira mão pelo
.
“O que nós vamos fazer para coibir isso preventivamente é continuar transformando as nossas escolas em cívico-militar para colocar para dentro da escola justamente disciplina, hierarquia e respeito que infelizmente, ao longo do tempo, nós perdemos esses valores nas escolas”, disse o governador.
Durante a entrevista, Pivetta foi informado que já estão sendo adotadas as medidas para que a unidade de ensino seja transformada em cívico-militares. Ele comemorou a decisão: “É um remédio eficaz, garanto para vocês”, disse.
Leia também - Violência e medo; escola vive rotina de brigas, agressões e desrespeito em Cuiabá
O modelo adotado pelo Governo do Estado prevê que a proposta pedagógica segue sob responsabilidade dos diretores, coordenadores e professores. O que muda é que militares da reserva complementam o apoio administrativo e ajudam na disciplina, especialmente voltada à organização no ambiente escolar, controle do acesso e no desenvolvimento de práticas cívicas no dia a dia.
Das 630 unidades de ensino do estado, 223 são cívico-militares, 30 são militares e 377 funcionam no modelo tradicional/regular. Os números da são da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).
Violência em escola de Cuiabá
Na semana passada, o
noticiou em primeira mão a situação de violência e insegurança vivenciada por servidores e estudantes da Escola Estadual Doutor Estevão Alves Corrêa, do bairro Tijucal. Um leitor que preferiu permanecer anônimo relatou que situações de indisciplina, com brigas frequentes entre alunos e desrespeito e até agressões contra servidores da unidade.
Em votação realizada entre os dias 15 e 16 de abril, a comunidade escolar (servidores, estudantes e familiares) aceitou a conversão do modelo regular para o cívico-militar na unidade. Agora, começa a fase de reorganização da escola, com definição de rotinas e protocolos que visam garantir o melhor funcionamento da unidade.
No mesmo período, outras 14 escolas estaduais decidiram, por meio de votação, adotar o modelo.
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Itanel Lourenço da Silva - 22/04/2026
Como esse aí falar de violência se ele mesmo foi preso lá em santa Catarina na praia de Itapema pra ser preciso na meia praia
Osmar - 21/04/2026
Mato grosso tinha igual Paraná onde cada escola a polícia militar presença polícia militar trás segurança as trabalhadores deixa sua casa para trabalhar
Sebastião - 21/04/2026
Esse modelo, realmente é eficiente, para manter a ordem e disciplina. Mas não é justo gastar dinheiro da educação em atividades meio. O Pedagógico não houve nenhuma interferência, quando o governador acabou com a gestão democrática, as escolas perderam a autonomia, o sistema da aprovação automática também vem contribuindo para a piora no ensino. O Estado de Mato Grosso não tem Alunos classificados entre os 200 no Enem. O aprendizado não esta tendo avanço nos resultados. Isso é grave.
KLEBER - 20/04/2026
Coloca esse senhor na fila com os alunos, ou em uma sala de aula com esse Regime. Tanto deu certo, que Gerou o Genocida ladrão de Joias.
4 comentários