Publicidade

Cuiabá, Quinta-feira 26/03/2026

Cidades - A | + A

DEU EM A GAZETA 06.01.2025 | 07h03

Botão do Pânico já preservou a vida de 16 mil mulheres em MT

Facebook Print google plus

Otmar de Oliveira

Otmar de Oliveira

Desde que foi implementado, em junho de 2021, até início de dezembro de 2024, o “SOS Mulher Botão do Pânico Virtual” preservou a vida de mais de 16 mil mulheres vítimas de violência doméstica. Dados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso indicam que uma média de 12 mulheres solicitaram a ferramenta por dia. Do total de 16.048 pedidos de botão do pânico deferidos neste período, 1.622 mulheres tiveram que acionar a ferramenta de proteção por terem a vida ameaçada, correspondendo a 10% das vítimas. O quantitativo é apenas de quatro cidades onde o botão do pânico funciona.  

 

Titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, a delegada Judá Maali Pinheiro Marcondes explica que o botão pânico é uma ferramenta digital criada pela Polícia Civil em parceria com a Secretaria de Segurança Pública. ‘É um dispositivo que viabiliza e traz uma segurança às mulheres. Toda mulher de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Cáceres que solicita a medida protetiva, tem direito ao botão do pânico’, enfatizou.    

 

A delegada complementa que, a partir do momento que a Justiça defere a medida protetiva com o botão do pânico, a mulher coloca uma senha dentro desse aplicativo, que funciona no celular. E quando ela se vê na situação de descumprimento de medidas, numa situação de perigo, ela pode acionar o botão do pânico, onde o chamado é integrado diretamente com o Ciosp. ‘Uma viatura é mandada imediatamente ao local e o agressor pode ser preso em flagrante delito. Se não conseguir prendê-lo, é dada toda a assistência mulher, levando a vítima até a delegacia para que ela registre a ocorrência de descumprimento. Além dessas quatro cidades que têm o botão do pânico é importante enfatizar que a mulher que tem a sua medida protetiva descumprida em qualquer lugar do Estado, pode ligar no 190’, destacou.  

 

Judá finaliza orientando que a mulher, ao menor sinal de violência, deve procurar a delegacia e denunciar. ‘O que estamos observando é que boa parte dos feminicídios que ocorreram, o que prevaleceu foi o crime de violência psicológica. Esses pequenos sinais nós naturalizamos e acabamos romantizando, dizendo que é amor, que é cuidado, quando na verdade está se tratando de um crime grave de violência psicológica que pode culminar no feminicídio’, reforçou Judá Malli.  

 

Leia a reportagem completa na edição de A Gazeta

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você ainda costuma comprar ovos de Páscoa?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Quarta-feira, 25/03/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.